Ontem à tarde, um grupo de valorosos defensores do reino animal, 20 (vinte) segundo o Público de hoje, manifestou-se junto à boutique da Fátima Lopes, na Avenida de Roma, ante a indiferença dos transeuntes.
Uma senhora de meia idade ter-lhes-á perguntado se as peles estavam em saldo, ansiosa por renovar a estola de pele de raposa, já muito ratada pela traça e a pedir urgente reforma. Eles não terão gostado, mas também não perceberam bem a pergunta (ainda não falam bem o português, estão a ver?).
A Fátima Lopes, entretanto, agradece a publicidade.

2 comments:
Essa Fátima Lopes, teúda e manteúda do Joe Berardo, não vale um traque.
O Rodrigo Guedes de Carvalho é que tocou no ponto certo: isto das peles é uma questão de mercado; se não ghouvesse mercado, deixavam os animais em paz!
Essa é que é a verdade.
Muito inteligente, o Rodriguinho!
Felizmente quando surgiu a questão dos maus trataos aos bovinos durante o transporte a longa distância e o abate em condições de grande sofrimento, não se resolveu o problema acabando com a criação de gado.
Resolveu-se o problema (claro!) legislando e fiscalizando as condições de transporte e de abate.
Por que não se faz o mesmo com as chinchilas e outros animais "pelíferos", para além de fazer cumprir a leligislação que já existe?
E por que não acabar com o aproveitamento dos couros? Há uns lunáticos que fazem sapatos com produtos vegetais (e com sucesso).
Mas cuidado que a rapaziada da Vegetal está à espera de oportunidade para atacar os malandros que fazem sofrer as plantinhas, coitadinhas.
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