Wednesday, January 28, 2009

ESCRITO NA PEDRA - EINSTEIN

Esta frase do Einstein merece o comentário, sem malícia, de DEEP, MAN, DEEP!!

Realmente, se ele pensava que uma terceira guerra mundial ia devolver a Terra à idade da pedra, ou perto disso, a quarta guerra mundial poderia muito bem vir a ser travada com paus e pedras...

Esta hecatombe era bem o que se receava durante a guerra fria e o livro Um cantico para Leibowitz, uma delícia de romance (e eu não aprecio particularmente ficção científica) ilustra bem essa teoria.

Li o livro na colecção Argonauta há uma porrada de anos e há meia dúzia deles encomendei-o à Amazon (em inglês, claro) para o meu filho. Uns tempos depois, encontrei-o em português numa edição recente.

Leia mais sobre este romance, quase obrigatório no género F.C. e, se possível, leia o livro.

PENSAR OUTRA VEZ COM DESIDÉRIO MURCHO

Clique na imagem para ampliar e ler

Desidério Murcho aborda mais uma vez o tema da educação defendendo que se acabem com reformas tão abundantes quanto inúteis (mas que, desgraçadamente dão curriculum a quem as idealiza e implementa - palavras caras, mas menos caras que o linguajar rebuscado dos burocratas do Ministério).

Adianta algumas medidas simples que poderiam melhorar a qualidade do ensino. Suspeito que (também desgraçadamente) será necessária uma mini reforma para as por em prática.

Shit!

Read the man!

Monday, January 26, 2009

GOIABAS, NEM VÊ-LAS!!!

Cliquem nas imagens para as ampliar

Quando fui para "baixo", já estava à espera de ver estragos em vez de goiabas.

Realmente era pouco provável que a fruta madura tivesse resistido às duas semanas de frio intenso e chuva abundante.

Encontrei muitas goiabas podres ou secas, caídas sob a árvore, se bem que esta estivesse meio carregada de frutas pequenas.

A ver vamos se vingam.

Estava eu a fotografar os estragos quando dei com uma goiaba madura, entre a relva, ainda em muito bom estado.

Lavei-a, inspeccionei-a, cheirei-a e... comi-a. Sabia a qualquer coisa entre água de lavar goiabas e goiabas da Madeira (aquelas esbranquiçadas por dentro).

Portanto a quem prometi goiabas ("vou a Lagos e trago um saco delas", disse então) só posso dizer que, afinal, tem que ficar para a próxima!

Sorry!

Saturday, January 24, 2009

PAPOILAS DE JANEIRO

Clique nas imagens para as ampliar.

Como tinha prometido aos meus queridos leitorzinhos, esta tarde estive na apresentação do livro Papoilas de Janeiro, textos da autoria da Fátima Correia, minha mana, e T.C. Alves, grafismos.

A sessão decorreu na Praia da Luz (Lagos), no restaurante Arteburguer no qual ficam expostas obras do TC Alves, algumas das quais bastantes giras (veja mais abaixo). Na mesa, à direita, Jorge Castro, que escreveu o prefácio, Helena, a editora, TC Alves e Fátima Correia. Mais à direita estava o organizador do evento, Cerol.

O Presidente da Câmara de Lagos fez-se representar por um senhor sisudo que disse estar ali nessa condição, tendo vindo de moto próprio. Não se percebeu bem a coisa e algumas pessoas (mal intencionadas...) terão alvitrado que o senhor veio em moto própria, e não de moto próprio.

Cerol abriu a sessão e rapidamente passou a palavra a à editora Helena que sublinhou as insistências que fez junto da Autora que não havia meio de se decidir a publicar. Até agora!

Seguiu-se o artista convidado, Jorge Castro (no uso da palavra, à esquerda), que referiu o convite que lhe fora dirigido para fazer o prefácio, o que fez com muito gosto pois há muito que desafiara a Autora a publicar.

JC já conhecia a escrita da Fátima, "sei lá?", de blogues e convívios de bloguistas.

Seilá era o nickname que a Autora usou durante muito tempo na blogosfera.

Seguiu-se a intervenção de TC Alves que, tal como Jorge Castro já fizera, destacou a faceta controleira (sem malícia) da Autora, na escolha dos desenhos a incluir.

E, finalmente, falou a Autora (em cima, sob o olhar de Cerol).

Agradeceu às muitas pessoas que a apoiaram e incentivaram e ensaiou uma explicação para as razões que a levam a escrever. Leu um poema da Mãe (à esquerda), que foi muito apreciado, e que mostra que muito provavelmente a sensibilidade para as pessoas e para os outros lhe terá vindo, precisamente, da Mãe.

Depois, contaram-se estórias, algumas pessoas da assistência fizeram perguntas ou comentários, como o do nosso primo Borba (foto a seguir) que contou estórias dos tempos antigos, nomeadamente uma que explica por que a família da parte da nossa Mãe é de malucos: estravagâncias, para aqueles tempos, de um tetaravô que, viúvo na juventude, construíu o primeiro mausoléu do cemitério de Lagos - só um maluco constrói uma casa para mortos!!!!

Resultado: toda a descendência ficou com o o rótulo de maluco. Ainda me lembro de uma tia avó da nossa Mãe, a tia da cerca, Carolina Maluca.

Contou outra estória da juventude dele, da nossa Mãe e do nosso Pai, que ele contará no jornal de Lagos e que será sobre a Roleta russa em Lagos. Não vou, por isso, entrar em detalhes.

E chegou-se ao ponto culminante deste tipo de sessões, em que os autores autografaram e/ou dedicaram os livros, trocaram algumas palavras com o seu público, enquanto a assistência ia lá fora fumar um cigarro.

Sucedeu, entretanto, uma cena perfeitamente caricata: um senhor já entrado em anos resolveu aproveitar a oportunidade para mostrar exemplares de um livro dele, de impressão mais cuidada e a um preço muito inferior. E aproveitou para o tentar vender aos que a li estavam, assim a modos de: "Compre, amigo, só custa cinco aéreos e é melhor do que o que estão a promover aqui".

Não digo quem era o senhor, mas, pelo seu nome, era de esperar que falasse pouco... ou nada.

E por aqui me fico que se faz tarde e já vos contei o que era mister (uau!) contar (parece que até contei demais...).

Vejam mais reportagem no Repensando.

Thursday, January 22, 2009

E MAIS FILOSOFIA DE PONTA - A VONTADE PLATÓNICA

. . Clique na imagem para a ampliar e ler.

É verdade, os GNR's também já vão receber formação para dar algum verniz em cima da camada de sarro que a vida ao ar livre acarreta, ao serviço das comunidades rurais sobre as quais exercem a sua benemérita tutela.

Como acontece ao executivo mais prendado, a formação logo a seguir ao almoço (refiro-me mesmo a ALMOOOOOÇO!) torna numa verdadeira tortura o esforço para ter o olho meio aberto.

E o deslizar para o sono e os sonhos é uma fatalidade.

Vejam como se passou a coisa com estes GNR's, embrenhados nas subtilezas de Platão.

PAPOILAS DE JANEIRO

É já no próximo sábado, pelas 4 da tarde, na Praia da Luz (sim, sim, donde desapareceu a inglesinha Madelaine), que é lançado o livro Papoilas de Janeiro na galeria arteburger.

Veja mais aqui.

Vou lá, e depois conto.

Ah! já me esquecia de dizer: a autora dos textos é minha irmã (a minha irmã) e está a iniciar-se nesta actividade a solo, depois de ter entrado em antologias várias e de escrever em vários blogs, como o Repensando.

Encontra lá links para mais uns tantos.

Se gostar, recomende aos amigos; se não gostar, recomende aos inimigos.

Mas recomende!

Tuesday, January 20, 2009

HOJE NÃO HA FILOSOFIA

Não estranhem a ausência do texto das terças feiras, Pensar Outra Vez, de Desidério Murcho.

Hoje, como todas as terças feiras, em vez de começar o Público pela última página do caderno principal, fui directo à página 3 da P2 e, em vez do Pensar Outra Vez, dei de caras com um artigo do Zé Manel Fernandes, "a Teresa e o Rui".

Corri o jornal de ponta a ponta e nem Desidério Murcho, nem justificação da ausência.

Fico no aguardo, como dizem os nossos irmãos brazukas...

ACTUALIZAÇÃO:

O espaço na P2 foi necessário para o elogio de JM Fernandes a Teresa Coelho, falecida sábado, e o prof Desidério regressa na próxima terça feira.

Sunday, January 18, 2009

DIVÓRCIO À ITALIANA

Outro dos filmes que deixaram uma marca indelével na minha memória foi o Divórcio à Italiana de que vos deixo um trailer. O filme é de 1961, Marcelo Mastroiani estava no auge (ou perto disso) e encarnou a figura do barão de Cefalu, D. Féfé, casado com a feiosa e chatíssima Rosalia. O seu desempenho neste filme mereceu uma nomeação para o Oscar.

A Stefania Sandrelli, no papel de uma parente novinha e apetitosa, torna-se o mobil de um plano tenebroso que o barão concebeu para se livrar da Rosalia: empurrou-a para os braços de um antigo namorado, pintor, casado com uma siciliana, apanhá-los em flagrante, fazer saber à siciliana e esperar que esta, ao lavar a sua honra, lavasse também a dele.

Quando a coisa rebentou e os amantes cavaram, as pessoas de honra apressaram-se a exortar o D. Féfé a matar a signora Cefalu (ou, simplesmente, a putana).

A siciliana lavou a honra dela e ele teve que lavar a dele. Apanhou 3 anos de prisão, pena mínima, regressou como um herói (un vero uomo onorato) e casou com a miúda.

Podia acabar assim, mas não foi bem assim...

Veja como nos links que vos deixei

FILOSOFIA DE PONTA - MAMA SUME!!!!!!!

Clique na imagem para ampliar e ler!

Continuando a postar episódios da Filosofia de Ponta do saudoso Indy, aqui vos deixo "A estrutura do Devir" ou, mais prosaicamente, Mama Sume!!!, o grito de guerra dos comandos, quando se preparavam para ir caçar turras (ou leões, whatever).

Toda a semelhança entre este Jaime e um outro muito conhecido é, naturalmente, mera coincidência...

MEC E O CONSELHO DO POLICARPO

Clique para ampliar e ler

O MEC dá-nos aqui uma perspectiva muito sua da magna questão suscitada pelos conselhos do cardeal Policarpo às m'cinhas católicas.

O MEC dá aqui umas achegas em relação ao comportamento dos m'cinhos católicos com as mouras...

Saturday, January 17, 2009

AINDA OS MONSTROS E OS NOVOS MONSTROS

O filme Os Novos Monstros, de 1977, de que falei nos posts anteriores, foi feito no seguimento d'Os Monstros, de 1963, que era composto por 20 curtas metragens protagonizadas por Ugo Tognazzi e Vittorio Gassman.

Em Os Novos Monstros abriu-se a porta a outros protagonistas, Alberto Sordi e Ornella Muti, por exemplo, mas mantiveram-se os temas e o objectivo (se calhar fim e tambem meio) de capatar em caricatura determinados aspectos da sociedade italiana.

Hoje deixo-vos com mais dois novos monstros deliciosos: Tantum Ergo Sacramentum, com um Vittorio Gassman no seu melhor, e A Boleia, uma espécie de thriller suburbano.

... e um terceiro, O Elogio Fúnebre, com o Alberto Sordi.

(O que aqui tinha posto antes - e que deixo - é apenas a 2ª parte da tal verdadeira monstruosidade, Come una regina!, com Alberto Sordi; não localizei a 1ª parte, e é pena!)

Friday, January 16, 2009

OS NOVOS MONSTROS - O RESTAURANTE

Mesmo sem terem pedido mais (di piú, di piú, oooooohhhhhhh!aaaaaahhhhh!... di piú, di piú, di piú!!!) não posso deixar de meter aqui o Hoje temos zupona di porcara , muito a propósito para quem gosta de restaurantes genuínos, encontrados por amigos gourmets, com especialidades de gostos indefiníveis, frequentados por pessoas requintadas e finérrimas.

Ainda por cima, com o Ugo Tognazzi e o Vittorio Gassman, coisa é um mimo!

Depois, me dirão...

OS NOVOS MONSTROS E O CONSELHO DO POLICARPO

Um dos filmes que me ficaram gravados nas memórias do tempo passado e de que lembro com frequência é, sem dúvida nenhuma, Os Novos Monstros.

É um conjunto de uma dúzia de curtas metragens, talvez menos, de realizadores italianos, sobre temas diversos, uns mais cómicos, outros mais trágicos, mas quase todo eles muito bons.

Vejam a Ornella_Muti nesta delícia, que vem ao encontro do conselho do Policarpo, tema na ordem do dia.

Ora cliquem lá aqui. Ponham som que a música não é de perder!

Se gostarem e quiserem ver mais, é só dizer.

RAY CHARLES - O MAIOR!

Um destes dias deixei-vos com o Ray Charles, a levar corrida de umas m'cinhas que o queriam ver pelas costas.

Dei-vos música enquanto não vos dava a crónica do filósofo Desidério Murcho.

Hoje deixo-vos com Ray Charles como prato principal, com o I can't stop loving you, uma das melhores do Rei e a minha preferida.

(I can't stop loving you)

I've made up my mind

To live in memory of the lonesome times

(I can't stop wanting you)

It's useless to say

So I'll just live my life in dreams of yesterday

(Dreams of yesterday)

Those happy hours that we once knew

Tho' long ago, they still make me blue

They say that time heals a broken heart

But time has stood still since we've been apart

(I can't stop loving you)

I've made up my mind

To live in memories of the lonesome times

(I can't stop wanting you)

It's useless to say

So I'll just live my life in dreams of yesterday

CASAR COM MUÇULMANOS - O CARDEAL POLICARPO TEM TODA A RAZÃO!

Os intelectualóides do costume e o pequeno mundo muçulmano a quem chegou a voz do Policarpo ficaram chocados por o cardeal patriarca de Lisboa e arredores ter recomendado às m'cinhas católicas que tenham cuidado com os amores: casar com muçulmanos é arranjar um monte de sarilhos! E deu exemplos...

Ganda Policarpo! Disse o que toda a gente sabe...

A senhora que vem na foto do Público de ontem, que reproduzo acima, é apresentada como um exemplo de que "Há católicas felizes com maridos muçulmanos".

O Público não percebeu (ou se calhar percebeu...) que a senhora em questão, que ainda está (estava, ontem) chocadíssima com o que o Policarpo disse, vive maritalmente com um muçulmano, educa as filhas entre a igreja e a madrassa, diz que não é obrigatório abraçar o islamismo para se casar com um muçulmano, mas não nos conta por que é que não se casou (ainda) com o sr Imraan, nem nos disse como é que a família do marido ("", onde a tradição impera) a trata ou a ela se refere, sendo ela uma mulher que vive com um homem que não é seu pai, nem seu filho, nem seu irmão, nem seu marido.

Nem nos diz se já foi à terra dos putativos sogros, cunhados, etc, só p'ra gente saber como foi...

Será que ela não percebe que não se enquadra no que o cardeal disse?

Não percebe que é a excepção à regra contra a qual o Policarpo alertou as m'cinhas católicas?

Não percebe que ela está, no fundo, a seguir o conselho do Policarpo?!

PORTUGAL COM RATING AHAHAHAHAHAH!

Raras vezes leio o que quer que seja no Inimigo Público, para além dos títulos, que passo a correr.

Como, em geral, não lhe acho piada nenhuma (futebol e políticos...), vai directamente para o lixo.

Ontem chamou-me a atenção a notícia (ao lado), a que (esta sim!) achei pilhas, paletes, montes de piada!!!

O Sócrates que se cuide...

Wednesday, January 14, 2009

PENSAR OUTRA VEZ COM DESIDÉRIO MURCHO - VAI AGORA!

O nosso filósofo continua a tratar de temas da educação e, desta vez, aborda um aspecto que não é muito falado: a educação como investimento para um futuro melhor.

Só que, desgraçadamente, quem mais beneficiaria com esse investimento não tem motivação (nem informação) para apostar na educação, sua ou dos seus filhos.

E sem ela, sair do ghetto torna-se mais difícil, muito mais difícil.

Read the man!

Clique na imagem para ampliar e ler

Tuesday, January 13, 2009

PENSAR OUTRA VEZ - NOT TODAY

Ganda porra; estive no "escritório" a sacar umas coisas e esqueci-me de scanar a crónica do Prof Desidério Murcho. Como tenho escritório ocupado e não quero incomodar quem lá dorme, fica para amanhã. Ainda por cima, o scanner da empresa só scana em pdf (que eu saiba...).

Espero que os meus queridos leitorzinhos não se chateiem e não me façam como as m'cinhas que acompanhavam o Ray Charles (eram feiosas, mas ele era cegueta, no problem) em Hit the road, Jack .

Para além de vos dar música, deixo-vos também esta bela lua, a começar a minguar, que descia lentamente no céu matinal da passada 2ª feira, aproveitando o sol não ter aparecido ainda do outro lado do horizonte. A lua estava mesmo um espectáculo e a foto não lhe faz justiça. Parei no IC19, numa zona conveniente, e apreciei-a, embevecido.

Este é um dos prazeres de madrugar e meter-me on road again antes das sete e meia...

Sunday, January 11, 2009

NSU - UM BELO CARRINHO

Esta manhã dei com esta preciosidade estacionada no parque do Continente de Telheiras.

Trata-se de um NSU Prinz III de 1960; faz lembrar os Trabant que a RDA fabricava e que é um carro de culto como o carocha e o mini.

A NSU chegou a ter um carro que era o state of art, o RO 80, com um motor rotativo Wankel. Depois, acabou por ser comprada pela Volkswagen em 1969, fundida com a Auto Union, outra empresa do grupo, na Audi.

Deliciem-se:

ADESTE FIDELES

O Professor queixava-se na sua crónica de ontem, no SOL (o Prof Marcelo Rebelo de Sousa, who else?!) que na missa dos Reis cantou-se o Adeste Fideles e que, como era de esperar, os sub 45 não conheciam - pelo menos não conheciam a letra.

Fiquem aqui com a interpretação do Andrea Bocelli e a seguir deixo-vos a letra.

Pelo sim pelo não, oiçam também a interpretação do Pavarotti e da Trisha Qualquer Coisa; a orquestra tem mais carácter que a anterior (mais instrumentos de sopro, entenda-se).

Adeste, fideles, laeti triumphantes

Venite, venite in Bethlehem.

Natum videte Regem angelorum.

Venite adoremus, venite adoremus,

Venite adoremus, Dominum.

Deum de Deo, lumen de lumine,

Parturit virgo mater,

Deum verum, genitum, non factum.

Venite adoremus, venite adoremus,

Venite adoremus, Dominum.

Cantet nunc hymnos chorus angelorum,

Cantet nunc aula caelestium:

Gloria, gloria in excelsis Deo;

Venite adoremus, venite adoremus,

Venite adoremus, Dominum.

En grege relicto, humiles ad cunas

Vocati pastores approperant:

Et nos ovanti gradu festinemus.

Venite adoremus, venite adoremus,

Venite adoremus, Dominum.

Ergo qui natus die hodierna,

Iesu, tibi sit gloria:

Patris aeterni verbum caro factum:

Venite adoremus, venite adoremus,

Venite adoremus, Dominum.

Ass: Andréa Augusta