Friday, January 16, 2009

PORTUGAL COM RATING AHAHAHAHAHAH!

Raras vezes leio o que quer que seja no Inimigo Público, para além dos títulos, que passo a correr.

Como, em geral, não lhe acho piada nenhuma (futebol e políticos...), vai directamente para o lixo.

Ontem chamou-me a atenção a notícia (ao lado), a que (esta sim!) achei pilhas, paletes, montes de piada!!!

O Sócrates que se cuide...

Wednesday, January 14, 2009

PENSAR OUTRA VEZ COM DESIDÉRIO MURCHO - VAI AGORA!

O nosso filósofo continua a tratar de temas da educação e, desta vez, aborda um aspecto que não é muito falado: a educação como investimento para um futuro melhor.

Só que, desgraçadamente, quem mais beneficiaria com esse investimento não tem motivação (nem informação) para apostar na educação, sua ou dos seus filhos.

E sem ela, sair do ghetto torna-se mais difícil, muito mais difícil.

Read the man!

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Tuesday, January 13, 2009

PENSAR OUTRA VEZ - NOT TODAY

Ganda porra; estive no "escritório" a sacar umas coisas e esqueci-me de scanar a crónica do Prof Desidério Murcho. Como tenho escritório ocupado e não quero incomodar quem lá dorme, fica para amanhã. Ainda por cima, o scanner da empresa só scana em pdf (que eu saiba...).

Espero que os meus queridos leitorzinhos não se chateiem e não me façam como as m'cinhas que acompanhavam o Ray Charles (eram feiosas, mas ele era cegueta, no problem) em Hit the road, Jack .

Para além de vos dar música, deixo-vos também esta bela lua, a começar a minguar, que descia lentamente no céu matinal da passada 2ª feira, aproveitando o sol não ter aparecido ainda do outro lado do horizonte. A lua estava mesmo um espectáculo e a foto não lhe faz justiça. Parei no IC19, numa zona conveniente, e apreciei-a, embevecido.

Este é um dos prazeres de madrugar e meter-me on road again antes das sete e meia...

Sunday, January 11, 2009

NSU - UM BELO CARRINHO

Esta manhã dei com esta preciosidade estacionada no parque do Continente de Telheiras.

Trata-se de um NSU Prinz III de 1960; faz lembrar os Trabant que a RDA fabricava e que é um carro de culto como o carocha e o mini.

A NSU chegou a ter um carro que era o state of art, o RO 80, com um motor rotativo Wankel. Depois, acabou por ser comprada pela Volkswagen em 1969, fundida com a Auto Union, outra empresa do grupo, na Audi.

Deliciem-se:

ADESTE FIDELES

O Professor queixava-se na sua crónica de ontem, no SOL (o Prof Marcelo Rebelo de Sousa, who else?!) que na missa dos Reis cantou-se o Adeste Fideles e que, como era de esperar, os sub 45 não conheciam - pelo menos não conheciam a letra.

Fiquem aqui com a interpretação do Andrea Bocelli e a seguir deixo-vos a letra.

Pelo sim pelo não, oiçam também a interpretação do Pavarotti e da Trisha Qualquer Coisa; a orquestra tem mais carácter que a anterior (mais instrumentos de sopro, entenda-se).

Adeste, fideles, laeti triumphantes

Venite, venite in Bethlehem.

Natum videte Regem angelorum.

Venite adoremus, venite adoremus,

Venite adoremus, Dominum.

Deum de Deo, lumen de lumine,

Parturit virgo mater,

Deum verum, genitum, non factum.

Venite adoremus, venite adoremus,

Venite adoremus, Dominum.

Cantet nunc hymnos chorus angelorum,

Cantet nunc aula caelestium:

Gloria, gloria in excelsis Deo;

Venite adoremus, venite adoremus,

Venite adoremus, Dominum.

En grege relicto, humiles ad cunas

Vocati pastores approperant:

Et nos ovanti gradu festinemus.

Venite adoremus, venite adoremus,

Venite adoremus, Dominum.

Ergo qui natus die hodierna,

Iesu, tibi sit gloria:

Patris aeterni verbum caro factum:

Venite adoremus, venite adoremus,

Venite adoremus, Dominum.

Ass: Andréa Augusta

JANDEK, WHO?!

Hoje, pela primeira vez ouvi falar de um tal Jandek, músico "secreto", que nunca deu uma entrevista ao vivo (terá dado uma por telefone ...), tem 55 álbuns vendidos fora do "circuito comercial" e distribuídos pelo correio, com uns poucos concertos ao vivo.

Não tem site, mas sempre se arranja alguma coisa . Vejam e/ou oiçam o cromo aqui, também aqui e mais aqui.

Há quem diga que Jandek não é pretensioso; outros respondem que quem o ouve é quem o é...

Ontem deu um concerto ao vivo em Serralves e hoje segue-se um documentário sobre o cromo.

Hum... decididamente, cheira-me a intectualóide!

EXTREMA LIBERDADE?! QUE RAIO É ISSO?!

Desta vez, o Escrito na Pedra traz uma citação que me parece uma bacorada completa. Enfim, talvez o sr Henri Lefébvre (primo do Bispo?) queira dizer qualquer coisa de razoável e que faça sentido, bem explicadinha.

De qualquer modo, não faço ideia do que seja "extrema liberdade".

É que eu pensava (e, até ver, penso) que a liberdade que não seja extrema não é liberdade.

Talvez seja, quando muito, uma liberdadezinha em que nos é permitido ir até ali, mas dali p'rá frente, alto e páre o baile!

Mas isso não é Liberdade: é permissão para ir até ali...

A CASA PIA E OS SERRA LOPES

A antiga directora do Independente (já na fase pós Indy...) foi condenada a dois anos de prisão (ver Expresso) por ter engendrado um enredo em que aparecia um “sósia” de Carlos Cuz.

A foto supra foi tirada do Sol, a quem fazemos a devida vénia, e agradecemos ao Arquitecto.

O Tribunal considerou que a jornalista (também formada em Direito) teria tido a intenção de prejudicar o processo Casa Pia, na parte que respeita à acusação contra aquele réu. Acontece que a menina é filha de um dos advogados do réu, Dr Serra Lopes que partilha a representação daquele ex-apresentador com o mano do Zé Sá Fernandes. A acção da menina parece ter sido concertada com a estratégia do papá ou, pelo menos, beneficiaria o seu constituinte. Pior que isto só a acção concertada (não?) do engenheiro Jardim Gonçalves e seus filhinhos, claramente favorecidos pelo papá e seus cúmplices (co-arguidos, entenda-se) em detrimento dos accionistas do BCP (como infeliz accionista, aqui deixo um pouco de publicidade *). Recordo:

  • o Filipinho viu a sua dívida de 12 M€ (doze milhões de euros, santo Deus!!!) considerada incobrável pelo Banco e, quando a coisa veio a público, o papá cobriu o rabo do menino (covered his ass, nada de confusões) pagando ao Banco. Mas só o fez depois de ter sido apanhado, depois da marosca vir a público, note-se...
  • o outro menino, chamemos-lhe Nuninho (não me lembro do nome do rapaz), tinha no seu escritório de advogado, pessoas do BCP em licença sem vencimento com parte do vencimento pago pelo Banco (pois, era assim...), configurando o apoio do papá ao menino, em prejuízo dos accionistas do Banco. O menino, contactado pelos media, disse não falar sobre o assunto por considerar não ser de interesse para o público!

Cada vez se vai tornando mais necessário, imperioso e urgente (mais flores, mais flores, mais flores! cantava o Chico Fanhais) separar o trigo do joio. Na banca como na política e na sociedade há ladrões e gente honesta, há sacanas e gente boa, há parasitas e trabalhadores honrados, há aldrabões e gente fiável.

Como diria o outro, há merda e chocolate.

É preciso desconfiar das fachadas irrepreensíveis e olhar para além delas, sejam os colarinhos brancos ou azúis (ou arco íris...), os fatos Boss ou da Feira do Relógio (se calhar também estes com a marca Boss na ourela...). Lembremos o poeta Aleixo, proleta e semi analfabeto, que, como se topasse os Caldeiras, os Gonçalves e os Costas (via longe!) dizia:

P'ra mentira ser segura e atingir profundidade tem que trazer à mistura qualquer coisa de Verdade;

Sei que pareço um ladrão, mas há muitos que eu conheço, não parecendo o que são, são aquilo que eu pareço;

Quem rouba não pode andar mal vestido, esfarrapado; tem que andar aperaltado prós incautos enganar. (Carago! esta assenta que nem uma luva ao benemérito Pedro Caldeira, ao sr Dr ex-Presidente do BPN e, naturalmente, à cáfila que esteve sentada à mangedoura do BCP, comendo, dando a comer, assobiando para o lado e aldrabando o Mercado, em prejuízo dos accionistas **).

. . . . . . .

* Fala a dor de corno por ter comprado umas acçõezitas quando me parecia (hum, hum, análise nasal, claro!) que a queda estava no fim mas, desgraçadamente, ainda desceu mais, e de que maneira...

** Mais uma vez fala a dor de corno, mas também o diz a CMVM e o Banco de Portugal, clique aqui e ali.

DALAI LAMA - OLHO POR OLHO

OLHO POR OLHO E O MUNDO ACABARÁ CEGO.

Sublime!

Thursday, January 08, 2009

A QUINTA COLUNA DO TERRORISMO NA EUROPA

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O Público de hoje (5ª feira) traz dois artigos que devem ter posto a espumar de indignação a esquerda bem pensante e anti imperialista (leia-se anti americana; perdão! anti-Bush-filho).

E como se indigna a esquerda!!!

Por um lado, Helena Matos, em "Livro de Estilo para referir Israel", faz uma defesa cerrada do direito de Israel existir e lista uma série de aldrabices provenientes da canalha terrorista que os media de esquerda e os politicamente correctos publicam sem hesitar. Depois podem ser desmentidos, mas isso não interessa nada para o asssunto...

Por outro, o Conselheiro da Embaixada de Israel em Lisboa Amir Sagie chama a atenção, no artigo "Hamas: o obstáculo à Paz no Médio Oriente", para a face da guerra que é sistematicamente ocultada pelos tais media, a verdadeira quinta coluna do terrorismo internacional.

E qual é? É simples, os civis israelitas podem ser bombardeados à fartazana (são judeus, são reservistas, são potenciais soldados, logo são culpados) que toda a gente, ou quase, assobia para o ar; do outro lado do muro, são os fantasmas que lançam os rockets, são os fantasmas que utilizam escolas e hospitais para armazenarem armas e explosivos, são os fantasmas que atravessam a fronteira e se fazem explodir onde, no seu suicídio (martírio...), consigam levar mais inimigos para o outro mundo. Fantasmas, porque do lado de lá da fronteira todos são civis inocentes.

Carago! Leiam os artigos e pensem pelas vossas próprias cabecinhas, vá lá...

Tuesday, January 06, 2009

PENSAR OUTRA VEZ COM DESIDÉRIO MURCHO

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O professor volta esta semana ao tema do insulto e das tentativas de silenciar os outros, por parte das pessoas que se sentem insultadas por eles.
Leiam que vale a pena (e eu tenho que ir jantar...)

Monday, January 05, 2009

ORA VIVA, HÁ QUE TEMPOS NÃO O VIA MAIS GORDO (ahahahahahahahahahah!)

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Muito mais gordo (aqui desforro-me!!!) que nos tempos do Indy e da Noite da Má Língua (aqui em outro sketch), o MEC andava arredio dos palcos dos media, em particular dos principais: Público e Expresso.

Voltou agora ao Público, aparentemente com uma pequena coluna semanal (correcção: coluna diária, o que requer mais fôlego e pedalada que uma semanal e que vai ser uma prova para o que disse a seguir - e que mantenho).

Dificilmente me poderia considerar um admirador do sujeito. Os livros dele, que sobrevoei, não me despertaram interesse sequer para os ler em diagonal e também nunca lhe achei piada como político, nos tempos que andou nessas andanças, de lacinho e ar de menino do côro.

Mas reconheço que o tipo é esperto, culto e tem uma abordagem muito sui generis dos temas que aborda que nos leva a ver novos aspectos em coisas triviais.

E isso, para quem pensa que já viu (quase) tudo não pode deixar de ser uma boa notícia!

Ah! outra coisa: o tipo escreve muito bem...

Sunday, January 04, 2009

JOSÉ PÓS DE MINA - AUTARCA DO FUTURO

O Presidente da CM Moura foi considerado pela revista norte americana One World uma das dez personalidades finalistas ao seu prémio internacional, ligado às energias renováveis. José Pós de Mina, de 50 anos, eleito pelo PCP a cujo Comité Central pertence, apostou na instalação no concelho de um parque de geração fotovoltaica, na Amareleja, que entrou já em produção.

Como seria de esperar, Pós de Mina teve que vencer dificuldades extremas com o bando de idiotas que licenciam os empreendimentos em Portugal, sendo tão difícil licenciar um empreendimento destes, "amigo do ambiente" (raio de frase!) como um central termoeléctrica queimando pó de carvão e bombeando para a atmosfera toneladas e toneladas de CO2.

A teia de burocracia é infernal, os montes de ministérios, direcções gerais, institutos, etc, etc, que têm que dar parecer e por cujo parecer é preciso esperar são de dar em doido.

Mas Pós de Mina perseverou e da sua pachorra havemos de beneficiar todos pois os precedentes criados vão tornar mais ágil o licenciamento de futuros parques fotovoltaicos. De qualquer modo, umas pancadas na madeira e uma boas figas não são demais...

Mesmo que não ganhe o tal prémio, o destaque dado à sua pessoa e a Moura vão permitir olhar com outros olhos aquela terra fronteiriça e ignota mas na vanguarda do aproveitamento de um recurso que temos com abundância: o sol.

Pós de Mina mostrou também que não é só o Turismo que aproveita o sol e o transforma em empregos e bem estar para a população.

Saturday, January 03, 2009

FADISTA JAPONESA NO VELHO PÁTEO DE SANT'ANA

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Há umas semanas fui ao jantar de aniversário do meu amigo Carlos, no Restaurante do Velho Páteo de Sant'Ana e, para minha agradável surpresa, um dos fadistas que actuou foi uma japonesa.

A dicção ainda tem muito a melhorar, mas canta o fado com muito sentimento e com a cadência e entoações típicas das fadistas tradicionais. Cantou dois fados "antigos", o que me agradou particularmente, a mim que me chateiam solenemente os fados modernaços com letras rebuscadas, tipo Ary dos Santos e outros cromos do género.

Não posso dizer que a generalidade da sala tenha apreciado, mas os aplausos não foram menores que os dispensados a outros dos fadistas que actuaram.

O fado sofreu um grave revés com a subida ao poder da cáfila dos esquerdalhos e desertores, que viam (ainda vêem) em tudo o que era moda no "tempo do fascismo" sinais indesejáveis de saudosismo, quando não de espírito direitista e de révanche...

O fado, a revista, a Académica de Coimbra (substituída por um insípido e efémero Académico...), a Igreja, o futebol, os touros, etc, etc, estiveram na mira dos inquisidores dos primeiros anos pós 25 de Abril.

Tendo resistido a essa cáfila estuporada, o fado conseguiu despertar o interesse de artistas jovens (intérpretes, letristas e compositores), faltando-lhe agora uma certa internacionalização para deixar de ser uma canção simplesmente lisboeta. Muito boa gente prefere ter o fado solidamente ancorado a Lisboa; até ao fado de Coimbra, certos "puristas" se referem como "canção" de Coimbra, pois, para eles, fado só pode ser de Lisboa.

No Japão parece ter nascido e estar a desenvolver-se um saudável interesse pelo fado não apenas nas vozes de portugueses mas também nas vozes de artistas locais que até aprendem português para compreenderem o que cantam e vêm a Portugal para mergulharem no meio fadista e lhe apanharem o jeito e o sentimento.

Vejam alguns exemplos aqui, acolá, ali, acoli e mais ainda aqui. No acompanhamento, a viola e a guitarra não vão nada mal! Só em instrumental, vejam estas interpretações da Gaivota e do Tudo Isto é Fado, com Masahiro Iizumi na guitarra portuguesa.

Já encomendei o CD que a fadista gravou e daqui lhe envio um abraço de incentivo.

Que o ANO NOVO de 2009 lhe traga os sucessos, cá e lá, que procura e merece!

AINDA (OU MAIS UMA VEZ...) A FAIXA DE GAZA

O Público de hoje traz uma série de artigos sobre a nova guerra da Palestina (a mais grave desde a guerra dos 6 dias - classificação que me parece ser um rematado disparate...) nomeadamente um que compara as condições vividas pelas populações de ambos os lados da fronteira.

A ideia parece ser que do lado de Israel há as condições ideais para a guerra, com alarmes, abrigos por todo o lado, provisões armazenadas para o que der e vier, etc, etc, e do lado "de lá", pobreza e completa exposição aos bombardeamentos dos malandros dos judeus. A tentação imediata é pensarmos que os Palestinos poderão ser ajudados "por nós" a fazerem melhores abrigos, a desenvolverem sistemas de alarme, a armazenarem provisões (afinal os estados super-ricos do Golfo são seus apoiantes).

E, claro, serem "por nós" ajudados a fazer o "inimigo sionista" parar com os bombardeamentos. Párem os bombardeamentos, já!!!!

Só que esta tentação, tal como a comparação entre as condições dos dois lados da fronteira não fazem o menor sentido.

A comparação que o jornal faz é entre uma situação de guerra, com Israel a retaliar, bombardeando com meios aéreos (para já) e uma situação de "paz", em que o Há Mais vai despejando para o outro lado da fronteira, todos os dias, baterias de rockets "artesanais", cada vez mais potentes, mais destrutivos, de maior alcance e em maior número.

As cidades fronteiriças, do lado de Israel, têm-se visto obrigadas a adaptar-se a este modo peculiar com que o Há Mais (e uma boa parte do complecente mundo ocidental) encara uma trégua...

A barragem de grande intensidade de rockets com que o Há Mais brindou Israel em vésperas do Natal poderia, em alguma parte do mundo, ficar sem resposta? Onde?

A solução para a infeliz população da faixa de Gaza não é fazer mais abrigos: a solução é, muito simplesmente, acabar com as salvas dos tais rockets "artesanais".

Ou não será?!

(A foto de cima mostra o efeito de um rocket "artesanal" Kassan, lançado pelo Há Mais; reparem no buraco que o rocket dito artesanal fez na laje de betão)

Friday, January 02, 2009

ISTO É UM PERIGO!!!!!

Os nossos autarcas curtem imenso colocar estes palitos, uns mais elegantes e estilizados, outros mais feios e em bruto, um pouco por todo o lado para evitar que os automobilistas (nós todos, afinal) estacionemos com um bocado do carro em cima do passeio (ou todo o carro, consoante as circunstâncias).

A verdade é que estes pinos são autênticas ameaças à integridade física do cidadão, pois são um desafio às habilidades do bicho homem, pricipalmente quando pinta fêmea capitosa no horizonte.

O resultado pode ser dramático, como verão.

Tuesday, December 30, 2008

PENSAR OUTRA VEZ COM DESIDÉRIO MURCHO

Desidério Murcho, na sua crónica semanal na P2 do Público, continuava a discorrer sobre liberdade de expressão e a sua limitação pelos que se ofendem com a expressão do que os outros pensam.

Não percam, mas aproveitem para reflectir...

Não percam igualmente o que as delicadas flores ofendidas têm a dizer.

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ISRAEL RESOLVE ACABAR COM OS ROCKETS A PARTIR DA FAIXA DE GAZA

Sobre esta nova ofensiva, aqui vos deixo um filmezinho sobre a guerra na nossa faixa de Gaza particular: Na Faixa de Gaza.

E depois, o Há Mais reagiu porque os judeus queriam sacar as manas . Deu bué da porrada!!!

AS DELICADAS FLORES OFENDIDAS...

Não perca as respostas indignadas de dois leitores muito devotos, muito ofendidos com as palavras de Desidério Murcho sobre Papas, homosexuais, intolerância e questões do (de) género.

Lembram-se de quando a padralhada e os seus seguidores tentaram que fosse proibida a projecção em Portugal de um filme sobre Maria do Godard? Salvo erro o Je vous salue, Marie (aqui em versão rap).

E lembram-se quando o pateta do sub Secretário da Kultura Sousa Lara vetou a candidatura do Saramago ao Nobel com o Evangelho segundo Jesus Cristo, queridos , (aqui numa versão muito mais interessante que a do geronte comuna...) por o livro ser assim a modos que herético?

É engraçado que os ofendidos atacam o Público por publicar aquelas ofensas ao Papa, a Deus e a eles próprios, mas nem reparam que o Público deu à estampa, mesmo ao lado do texto herético (...) de Desidério Murcho um texto claramente apologético do padre Stilwell.

Ou seja: dizer bem, está bem; dizer mal, saca do lápis azul e CORTA!!!!!

Depois da censura política, estes maduros clamam pela censura religiosa?! Que porra!

NÃO PERCA!

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Thursday, December 25, 2008

BUSH, MAD DOG, GO HOME! (E PIMBA, PIMBA!)

Como me apercebi que muitos dos meus conhecidos não "respondem" quando se faz referência à moda de atirar sapatos ao próximo (ignorância chocante!), aqui vos deixo a cena original, não editada, Bush à sapatada, em que, durante a visita de despedida de Bush a Bagdade, um repórter iraquiano lhe atirou os sapatos e chamou cão.

O cartoon de cima foi tirado do Publico do passado domingo.

Dizem os entendidos na (in)cultura daquela gente que mostrar a sola dos sapatos, jogar sapatos e chamar cão são insultos do pior que há.

Bush mostrou bons reflexos ao conseguir desviar-se dos lançamentos à queima roupa e um bom poder de encaixe ao recomendar que não levassem muito a sério a atitude do tipo (que está preso a aguardar julgamento).

Entretanto, o fabricante da marca dos sapatos que serviram de armas de arremesso, um turco de Istanbul, está farto de facturar com o incidente.