Sobre esta nova ofensiva, aqui vos deixo um filmezinho sobre a guerra na nossa faixa de Gaza particular: Na Faixa de Gaza.
E depois, o Há Mais reagiu porque os judeus queriam sacar as manas . Deu bué da porrada!!!
Sobre esta nova ofensiva, aqui vos deixo um filmezinho sobre a guerra na nossa faixa de Gaza particular: Na Faixa de Gaza.
E depois, o Há Mais reagiu porque os judeus queriam sacar as manas . Deu bué da porrada!!!
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Não perca as respostas indignadas de dois leitores muito devotos, muito ofendidos com as palavras de Desidério Murcho sobre Papas, homosexuais, intolerância e questões do (de) género.
Lembram-se de quando a padralhada e os seus seguidores tentaram que fosse proibida a projecção em Portugal de um filme sobre Maria do Godard? Salvo erro o Je vous salue, Marie (aqui em versão rap).
E lembram-se quando o pateta do sub Secretário da Kultura Sousa Lara vetou a candidatura do Saramago ao Nobel com o Evangelho segundo Jesus Cristo, queridos , (aqui numa versão muito mais interessante que a do geronte comuna...) por o livro ser assim a modos que herético?
É engraçado que os ofendidos atacam o Público por publicar aquelas ofensas ao Papa, a Deus e a eles próprios, mas nem reparam que o Público deu à estampa, mesmo ao lado do texto herético (...) de Desidério Murcho um texto claramente apologético do padre Stilwell.
Ou seja: dizer bem, está bem; dizer mal, saca do lápis azul e CORTA!!!!!
Depois da censura política, estes maduros clamam pela censura religiosa?! Que porra!
NÃO PERCA!
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Como me apercebi que muitos dos meus conhecidos não "respondem" quando se faz referência à moda de atirar sapatos ao próximo (ignorância chocante!), aqui vos deixo a cena original, não editada, Bush à sapatada, em que, durante a visita de despedida de Bush a Bagdade, um repórter iraquiano lhe atirou os sapatos e chamou cão.
O cartoon de cima foi tirado do Publico do passado domingo.
Dizem os entendidos na (in)cultura daquela gente que mostrar a sola dos sapatos, jogar sapatos e chamar cão são insultos do pior que há.
Bush mostrou bons reflexos ao conseguir desviar-se dos lançamentos à queima roupa e um bom poder de encaixe ao recomendar que não levassem muito a sério a atitude do tipo (que está preso a aguardar julgamento).
Entretanto, o fabricante da marca dos sapatos que serviram de armas de arremesso, um turco de Istanbul, está farto de facturar com o incidente.
Como de costume, Desidério Murcho exprime-se com economia de frases e palavras e diz o que tem a dizer sem se chatear com os melindres que provoca.
É lapidar a frase "Não é de esperar grande sensatez em adultos que acreditam que depois de uns gestos mágicos um copo de vinho se transforma em sangue." Realmente, não é de esperar...
E remata o tema da Natureza como base duvidosa para buscar a moralidade com "Caso fosse a natureza a orientar-nos a moralidade, ser Papa seria o cúmulo da imoralidade."
Não percam!
Clique nas imagens para ampliar.É muito interessante a referência a alunos muito indisciplinados na escola e uns cordeirinhos nos treinos de futebol.
A diferença "é que o valor do futebol é para esse aluno óbvio, ao passo que vê a escola como uma imposição sem sentido".
Leia tudo, não perca!
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Na rua Salgueiro Maia, ao Figo Maduro, de um lado é Lisboa e do outro lado, Loures.
No meio há um buraco.
Arredondado, com cerca de um metro de diâmetro, cheio de água que não lhe deixa ver o fundo. A profundidade andava pelos 50 cm da última vez que vi um camião meter lá a roda.
Será que o meio da rua é terra de ninguém e nem a CML (de Lisboa) nem a sua homónima CML (mas de Loures) se sentem na obrigação de tapar o bendito buraco?!
É que esta escavação já tem mais de um mês e não tenho visto o mais ligeiro indício de lá ter estado alguma brigada de cantoneiros a meter-lhe pedras, entulho ou o colunável tout venant para atenuarem a porrada que um desgraçado de um amortecedor leva se o distraído condutor lá mete a roda.
Se estivéssemos em Mértola ainda aparecia por aí o Cáudio Torres de pincelinho em punho a dizer que estava ali um túmulo etrusco (ai não chegaram ca?! Deixem o Cláudio cheirar o buraco e depois veríamos...),
Uma porra, é o que é!
Não conheço o senhor que assina este artigo no Público de ontem, mas ele alinha uma série de dados que encontramos, a maioria deles, em qualquer almanaque estatístico mas que, juntos e com a prosa do Pedro Jordão, dão que pensar.
Leiam, mas leiam principalmente se vêem a América como a fonte de todos os males, com o Bush filho a servir de Profeta.
Se é um admirador desse País (e desse povo...) leia e fique com mais argumentos para contrapor aos saudosos da Pátria dos amanhã que cantavam, que se babam de gozo e certezas frustradas a cada tropeção dos States.
Claro que nunca reparam no arrepiar de caminho, no dar a volta (muito) por cima que se segue, invariavelmente, a cada tropeção...
Do meu amigo João recebi a preciosidade que vos mostro.
Os carregadores de tijolos do filme aí abaixo com os elevadores de betão de há umas semanas davam uma construtora à qual só faltava a arte e a proficiência do meu amigo João.
Ora vejam.
Já aqui tinha deixado em tempos bem expressa a minha admiração pelo Pequeno Timoneiro que catapultou a China para uma posição cimeira no panorama das economias do sécilo XXI.
Por isso é como muito gosto que "chapo" aqui uma página da Time que dá ao legado de Deng o devido destaque.
Ainda acordávamos o bichinho, que parece estar regalado no melhor dos sonos.
Espero que a contemplação do iguana adormecido acabe por me contagiar. É que isto de sono anda um bocado mal, à parte a horita dormida em frente à televisão, depois do jantar ...
Na próxima sexta feira tem início a publicação na blogosfera de uma peça daquilo a que o Prof Rui Azevedo Teixeira chamou literatura de Alferes, o livreco ANGOLA Recordações da Tropa.
O endereço é http://www.ANGOLA-recordacoes-da-tropa.blogspot.com/
Posso desde já informar que Manuel de Oliveira se mostrou muito interessado em transpor este livro para o cinema.
Infelizmente, depois de o folhear e ler meia dúzia de páginas, achou-o demasiado movimentado e acabou por se desinteressar.
Bolas!
Para que os meus queridos leitorzinhos não fiquem às escuras, obnubilados com a mensagem que subjaz aos dois quadros da filosofia de ponta que aqui coloquei, o post anterior e a apetência do Algo, postado há algumas semanas, deixo-vos o texto acima onde, à guisa de prefácio, Alberto Pimenta estabelece a fundamentação teórica para a Filosofia de Ponta.
Vá lá, cultivem-se que isto não é todos os dias...
A propósito de um comentário noutro post, sobre portas e fechaduras, da canção Eh, Companheiro (aqui numa versão um bocado manhosa, mas dá para apreciarem o poema que mete as tais fechaduras com portas para espreitar, acompanhado ao piano pelo maestro Vitorino Tótó de Almeida), andei à procura de músicas do José Mário Branco ("Bufo" Branco, como lhe chamávamos no Glorioso dos anos 70) e encontrei esta pérola, canção feita sobre um poema genial (mesmo!) da Natália Correia, Queixa das Jovens Almas Censuradas.
A voz do Zé Mário, a melodia e o arranjo musical são muito bons; ainda por cima, as imagens que acompanham a canção estão escolhidas criteriosamente e casam muito bem com a melodia e com o poema, num ménage à trois muito bem conseguido.
Não percam!
Clique aqui e veja se tem a mãozinha e o golpe de vista afinados.
Se passar dos 20 segundos pode considerar-se um craque.
Esta frase, digo eu, tem que ser enquadrada no seu contexto para fazer sentido.
Na vida de Oscar Wilde fez, de facto, todo o sentido.
Mas não pensem os meus queridos leitorzinhos que isto só faz sentido na vida de um homosexual no século XIX.
Qual quê!
Fora do contexto da homosexualidade continua a fazer sentido.
Realmente a gestão dos desejos, tanto quanto a gestão de expectativas, é fulcral na busca de uma vida equilibrada e feliz, em que se procura refrear o que nos pode dar satisfação imediata mas chatices a seguir (ou a longo prazo).
Refrear, sim, mas sem que a repressão sistemática dos desejos (lato sensu) nos leve a cair na frustração, na infelicidade, na desesperança.
. . . . .
Bem, vou ver o peixe que está no forno que este tipo de tiradas não são muito do meu agrado...
Cliquem nas imagens para ampliar e ler.
A coluna de Henrique Raposo no Expresso de hoje poderia resumir-se, em termos de mensagem, ao último parágrafo (refiro-me à primeira parte, que apresento à esquerda).
Contudo, a maneira de dizer, a sucessão de imagens que conduzem à ideia a comunicar tornam este texto, na minha humilde opinião, uma verdadeira delícia.
Ora vejam lá o que acham e depois digam de vossa justiça.
A segunda parte da coluna, à direita, é interessante quer literalmente quer como metáfora: os europeus deixaram de brincar na rua e esfolar os joelhos e na guerra boa (a do Afeganistão, which else?) parecem pouco dispostos a tirar as joelheiras e alinhar com os seus parceiros americanos - agora no papel de bons da fita por obra e graça de Santo Obama (a ver vamos até que ponto) virgem e (se vai dar em) mártir...
Já agora, vejam mais sobre/do colunista, jovem que anda pelos 30 anos e que é um exemplo do que eu defendo há muitos anos: esta juventude está longe de estar perdida, está longe de estar órfã de valores, está muito longe de ficar a dever alguma coisa (em qualidade como pessoas e como cidadãos) aos pretensiosos (e pretensos...) antifascistas da minha geração.
Antes pelo contrário!
Blog onde se publicam textos sobre tudo e mais umas botas em que o autor exprime as suas mui doutas opiniões e se sujeita aos comentários de quem o ler e também de quem o tresler.