Sunday, November 30, 2008

SONATAS DE BEETHOVEN

Para quem gosta, deixo aqui a sonata Patetica, de Beethoven. Ontem referi-me a esta peça como sendo de Tchaikovsky...

1º andamento

2º andamento

3º andamento

Se quiserem, vão directo ao 3º andamento, rondo allegro (quer dizer assim a modos que mais alegrete), o meu preferido. O solista é Freddy Kempf .

Não se acanhem em perguntar "Quem?!". Eu também não conhecia, mas não me parece nada mau.

Para quem (pensa que) não gosta de música, deixo-lhe o minuetto de Boccherini: é uma música curtinha, bonitinha (reconhece a melodia...) e aí talvez fique na disposição de voltar atrás. Se o fizer, vá directo ao 3º andamento da Patética.

Enjoy, e uma boa manhã de feriado!

GOIABAS ESPECTACULARES - NO CHEZ NOUS

Fim de semana em Lagos, não propriamente prolongado porque só nos metemos à estrada depois da estreia do West Side Story, versão Do Filipe La Feria. Chegámos já depois da 4 da matina, de modo que só esta manhã fui espreitar a goiabeira: um espectáculo!

E não pensem que são daquela goiabas tipo comuna, da cor normal por fora e de um inesperado esbranquiçado por dentro.

Népias: amarelas por fora e vermelhuscas por dentro. E quanto ao sabor, igualito ao que eu me lembro da antiga Sá da Bandeira, de Luanda ou, mais recentemente, dos Brasis...

AGUARDO DESMENTIDO, SENHOR PRESIDENTE!!!

Afinal, parece que o Manel Dias Loureiro foi com o presidente do BPN aos paraísos fiscais e ao Brasil, mas não foi às compras, não participou em nada: só foi mesmo pegar na pasta do seu antigo colega de governo do (hã, hum, shhhhhhhhhhhh...) Prof Cavaco Silva (pianííííííííssimo).

Cavaco acredita no homem e abraça-o ternamente, cheeck to cheeck, wispering in his ear... e declara aos jornalistas:

- Sempre acreditei no Manel, sempre funcionámos muito bem em equipa: como vêem ele até tem a altura certa.

Olhem para o ar enlevado do Manel e depois não me digam que não convinha o Presidente sair com um desmentido, já!

Antes que certos boatos cheguem aos jornais...

Saturday, November 29, 2008

CASA PIA - A QUADRILHA SELVAGEM - REVISTO

VEJAM NOVOS COMENTÁRIOS COM INFORMAÇÃO SOBRE O FILME QUE DEU O TÍTULO A ESTE POST E MAIS UMAS BUCHAS...

Leia o post ao som da Homenagem ao Malandro, da Ópera do Malandro.

O friso mostra uns senhores circunspectos (clique na imagem para os ver melhor) que estão prestes a ouvir as sentenças que o tribunal proferirá e que marcarão o fim de um julgamento que já leva quatro anos de sessões, mais três (salvo erro) de processo, instrução, etc.

Os senhores réus, figuras exemplares da nossa melhor sociedade, foram defendidos pelo que de melhor há na advocacia indígena e fizeram questão de marcar sempre uma diferença nítida entre eles (actuaram em grupo, tal como outrora atacaram em grupo...) e o Bibi, um reles motorista e iniciador de criancinhas que passava, já com a rodagem feita, aos senhores enrabadores (enrabadores, mas muito finos, claro!).

A este friso só falta (não, não é a alcoviteira, nem o mergulhador, nem sequer o Merdoso) o que falta, dizia eu, é figurão mór, o chefão, Provedor da Casa Pia durante 17 anos, se a memória não me falha, que sempre olhou pudicamente para o lado enquanto a rebaldaria zunia à sua volta e pouco ou nada fez quando as denúncias começaram a chover.

Fez, evidentemente, o necessário para se livrar de chatices e para poder reformar-se calmamente e até ter direito a uma reunião de desagravo pelas ofensas feitas à sua excelência.

Claro que a coisa não vai morrer na sentença: pelos vistos cacau não falta para levar os recursos até onde fôr possível, de modo que daqui a uns anos largos, os senhores estarão confortavelmente reformados, e entregarão a alma ao Criador rodeados de netos e bisnetos (eu cá não confiava...), consolados com as bençãos da Santa Madre Igreja. E, claro, sem voltarem a ser incomodados por umas quaisquer acusações de pobres, drogados e prostitutos. Numa palavra, desqualificados...

Espero que, ao menos, o Mafarrico os receba no seu seio e os faça pagar por toda uma eternidade de enrabanços e sevícias aquilo que nós outros, certamente, não os conseguiremos fazer pagar.

Neste despretencioso blog, tentei desde o início do affaire, manter os meus queridos leitorzinhos despertos para a chungaria que grassava naquela instituição e para as manobras que iriam conduzir à salvação do Merdoso (o Herman, enfim, parece que só andava com rapazes mais velhos, magalas, e não merece ser misturados com esta ralé) e, com mais difilculdade mas com quase igual certeza, à salvação dos restantes.

Claro que ao Bibi está destinado, desde o início, o papel de bode expiatório...

Para memória futura, aqui vos deixo alguns posts sobre o affaire Casa Pia para recordarem o que, provavelmente já nos passou para a zona cinzenta e nebulosa da memória.

Então, vá!

Casa Fernando Pessoa (visite a casa, o site e o snack)

Há muito tempo que não vou à casa Fernando Pessoa, em Campo de Ourique. Estou ligado a ela por uma espécie de costela, participei numa pontinha do projecto de restauro e remodelação (projectei as estruturas metálicas - as serralharias, para ser menos pomposo).

Esta noite fui ao site Casa Fernando Pessoa e fiquei surpreendido com os textos que lá tem digitalizados, de uma caterva enorme de poetas, no Banco de Poesia. Também me surpreendeu outra cpoisa: o staff é constituído por 14 damas e 2 cavalheiros. Creio que se trata de uma herança do João Soares, esta desproporção.

Andei por lá a pastar e acabei por passar pela Sophia (será mesmo mãe do pateta do Miguel? Se calhar foi a costela do Francisco que deu a raia que deu...) e lá re-encontrei o "Esta gente" (que cantei no Orfeão Académico de Lisboa) e o "Porque" que o Chico Fanhais cantava nos idos de 60 ou 70: Chico Fanhais - Porque (de Sophia M. B. Andresen).

Atenção que o site é fracote e têm que clicar na canção que quiserem ouvir.

Aqui vos deixo, Sophia no seu melhor:

Porque os outros se mascaram mas tu não

Porque os outros usam a virtude

Para comprar o que não tem perdão.

Porque os outros têm medo mas tu não.

Porque os outros são os túmulos caiados

Onde germina calada a podridão.

Porque os outros se calam mas tu não.

Porque os outros se compram e se vendem

E os seus gestos dão sempre dividendo.

Porque os outros são hábeis mas tu não.

Porque os outros vão à sombra dos abrigos

E tu vais de mãos dadas com os perigos.

Porque os outros calculam mas tu não.

Friday, November 28, 2008

TRUQUES DA GNR

Vejam esta que mão amiga me enviou:

NUNCA ME PASSOU PELA CABEÇA QUE A GNR ESTIVESSE A FICAR TÃO ESPERTA!!!

Um tipo decide vender o carro e, como já é usual, utiliza o método de colocar um anúncio com o nº de telemóvel no vidro traseiro do carro. Dirige-se para o trabalho e conduz muito tranquilamente a 50Km/h. De repente toca o telemóvel:

-Bom dia, fala de uma unidade móvel da Brigada de Trânsito da G.N.R. e estamos atrás de si. O senhor não sabe que é proibido atender o telemóvel enquanto conduz? Encoste por favor!

BOMBA DE BETÃO? P'RA QUÊ, PATRÃO?!

Mão amiga (o Toni Ferreira, who else?) fez-me chegar esta preciosidade, que deixo à consideração dos meus colegas da construção

.

Quem tem bracinhos e perninhas p'ra que raio precisa de betoneiras e bombas de betão?!

Esses gajo são muinto burro, pá!!!

Tuesday, November 25, 2008

PENSAR OUTRA VEZ COM DESIDÉRIO MURCHO

Clique para ampliar; retorne com <-

Pontualmente aqui vos deixo a crónica semanal do Filósofo Desidério Murcho.

Se quiser ler mais textos do Prof, vá ao blog De Rerum Natura ou ao Crítica Blog.

Monday, November 24, 2008

...E AGORA, UM POUCO DE ÓPERA

Para quem aprecia o belo canto, aqui vos deixo algumas das minhas árias preferidas:

Una Furtiva Lagrima, da ópera O Elixir do Amor (Donizetti), pelo Pavarotti;

Questo o quella do Rigoletto, numa interpretação um bocado esquisita (muito abreviada) de um Pavarotti, ainda jovem;

Un di se ben rammentome e bella figlia dell'amore duas árias a quatro vozes, do Rigoletto; e

A Rainha da Noite, da Flauta Mágica de Mozart.

Hoje estou mais numa de ouvir música e menos de escrever (ou transcrever...)

E, já agora, o dueto Papageno - Papagena (na Flauta mágica, não podia faltar...)

E, a concluir, aqui fica a grand'issima Bianca Castafiore

Sunday, November 23, 2008

FILOSOFIA DE PONTA - A APETÊNCIA DO ALGO

Clique para ampliar e ler; retorne com <-

Como referi mais abaixo a Filosofia de Ponta, aqui vos deixo uma das pranchas (é assim que agora se diz? não sei bem...) mais emblemáticas: a apetência do Algo.

Patrocinada, é bem de ver, pela Ferrero Rocher.

A ESCOLA - AFINAL É POSSÍVEL...

O Público de domingo traz uma crónica notável do António Barreto. Não pela análise (ele dispensa-se de analisar), não pela imaginação (ele limita-se a coligir informação) mas pela actualidade da informação que nos transmite e, claro, pela informação, ela mesma.

Ele descreve como se passam as coisas numa determinada escola pública (PÚBLICA, não PRIVADA, ok?), onde parece haver uma cadeia de direcção bem definida e estável, onde a avaliação é feita em moldes que me parecem razoáveis, mas que não imagino os sindicatos a aceitarem, com um director empossado por cinco anos em vez de um coordenador de uma qualquer comissão directiva...

Leiam e espantem-se: aquilo é tudo o que os sindicatos e os professores (os que se fazem ouvir...) abominam e, ao que parece, está a funcionar.

Cliquem para aumentar e ler.

MARIA, CONTIGO IRIA...

O Nuno Saraiva continua, no SOL, com a sua banda desenhada à qual, por vezes, acho alguma piada.

À estoriazinha deste sábado, nem por isso, mas curti bué o quadro ao lado, ilustrando a vida numa prisão para mulheres, sucessora das Mónicas onde, por denúncia, estiveram arrecadadas a São Pencuda e a Luisa "Borges" de Pino.

Curti, acima de tudo, a tatuagem no braço da megera.

Um mimo!

Em boa verdade, a minha entrada directa para a página de Na Terra Como No Céu, da revista do SOL, deve-se, fundamentalmente, à saudade da banda desenhada do mesmo Nuno Saraiva com o Júlio Pinto, a impagável Filosofia de Ponta, no falecido Indy.

Saturday, November 22, 2008

MORTE DENTRO DE CASA - QUEM DEFENDE AS MULHERES?

COMO É POSSÍVEL MORREREM ESTAS MULHERES?

pergunta o Expresso num trabalho de Raquel Moleiro, encimado com 43 cruzes, com os nomes das mulheres mortas por maridos, ex-maridos, namorados e, num dos casos, pelo filho, que matou pai e mãe, de cabeça perdida por presenciar frequentes cenas de pancadaria (matou-se a seguir).

Cliquem na imagem para verem o resumo de cada tragédia.

Sintomaticamente, o único homem morto da lista é o tipo que batia na mulher (tadinho, sofria de stress de guerra...) e o filho acabou pot matá-los (e mater-se).

Nem um único caso de homem maltratado e morto pela mulher...

Cliquem na imagem ao lado para ampliar e ler

Retornem com <-

Já em tempos dei a devido destaque ao caso de uma mulher escravizada por um zero à esquerda (mas com pila...). A senhora, ao que parece, resolveu acabar com o cabrão antes que ele acabasse com ela, como sucede em muitos casos, e guardou-no numa arca frigorífica. Mas leiam a estória que é edificante...

Aqui fica o link para um dos textos que mais me encheu as medidas ao escrevê-lo, em particular pelo seu fecho.

O artigo notável que o traz Expresso este sábado dá conta da tragédia que continua a operar-se dentro de portas, extravasando algumas vezes, em particular já depois da separação ter ocorrido.

Este é um crime em que a sociedade falha sistematicamente na protecção à vítima que fica, na maior parte dos casos, à mercê do agressor, mesmo depois da vítima ter apresentado queixa, mesmo depois de o tribunal ter determinado medidas, mesmo depois da vítima ter encetado nova vida, noutro lugar.

Por estas e outras é que eu acho que esta é uma das pouquíssimas situações em que o conceito de legítima defesa deve ser estendido a actos preventivos, em vez de estes serem automaticamente considerados crime com premeditação.

DE NOVO A RAINHA DO BOTOX

Há pouco mais de 3 anos, dei aqui conta da transformação facial da Manuela Moura Guedes, para melhor, que me levou a considerá-la A Rainha do Botox.

Não sei se repararam que uma senhora chamada Diana Lee picou-se com o post e resolveu dar testemunho da sua experiência com o Botox.

Deixou-nos o link que se segue para nosso uso e benefício dos meus queridos leitorzinhos: Prescrição de Botox.

Os anos passaram, a senhora foi afastada do telejornal, o marido passou para a TVI e a boa da Manuela lá arranjou mais uma boleia para voltar ao dito pequeno écran. Como não consumo muita TVI, só pontualmente vou lá espreitar, fiquei siderado quando há umas semanas dei de caras com a Manuela Moura Guedes que se vê nas três fotos acima, quase irreconhecível, um verdadeiro caco.

Que raio se passa com ela?!

Que tal voltar à radio, onde a sua voz pode ser muito bem aproveitada sem causar sustos às criancinhas e a telespectadores mais crescidos, apanhados de surpresa pela aventesma?!

Que grande porra!!!

A LUTA DAS MENINAS DIVORCIADAS DO IEMEN

Esta ilustração, da autoria de Violeta Lopez, que ilustra o texto de Inês Pedrosa a que abaixo me refiro, está O MÁXIMO!

Parabéns, Violeta.

O Expresso, pela pena de Inês Pedrosa, pegou este sábado no tema das pequenas divorciadas do Iemen. Bem hajam, porque se trata de um tema que, ao que parece, não é muito popular. A mim é-me muito caro e para o divulgar e comentar uso os trombones e as tubas possíveis e imaginárias...

Afinal a nossa sociedade diz que os muçulmanos é que são incivilizados, mas nós por cá continuamos olimpicamente a olhar para o lado mesmo quando em casa do vizinho se passam, com o nosso pudico conhecimento (cumplicidade...), as maiores barbaridades. Mas isso é tema para um outro post.

Parece que entre marido e mulher o pessoal não mete a colher...

Clique para aumentar e ler; use <- para voltar à página.

Friday, November 21, 2008

TCHAIKOVSKY ÀS 4 DA MATINA...

Os meus queridos leitorzinhos que me desculpem mas esta merda está a descambar para a caretice: é que à tantas da matina a veia não me puxa para a má língua nem um bocadinho.

Só se me picarem, claro! Aí.... sai debaixo!!!

Assim, deixo-vos com a Primeira parte do Quebra Nozes logo seguida da segunda. Desculpem ser aos bochecos, mas assim sempre dá para ir fazer um xixi ou ir reabastecer o copo...

Levantem um bocado o som que o que se segue, a fada do açúcar (música e bailado) está com o volume muito baixo.

Se acharem a fada do Tchaikovsky muito chata, vejam antes esta, mais genuína, ou esta outra...

E com esta me vou!

PARACHUTISTE

Continuando a peregrinação pelos anos 60 deixo-vos aqui o Parachutiste (do início dos anos 70), canção que toda a gente (?) conhece, mas na voz da Joan Baez.

Realmente o autor da canção, Maxime le Forestier (numa foto recente, ao lado), nunca teve grande sucesso, se bem que tenha produzido canções muito boas, como Comme un arbre dans la ville (je suis né dans le béton), que vos deixo numa versão do autor, muito recente.

Se quiserem saber mais sobre o tipo, vão aqui; a wikipedia tem uma entrada fracote e o site do índio tem o quadro de leitura pequeno e em fundo preto, muito chato de ler.

Ainda por cima não nos deixa ouvir puto e está sempre a tentar vender-nos coisas...

O final do Parachutiste é um tratado:

... mais si t'es vraiment trop gêné

d'être payé à ne rien faire

tu peux toujours te recycler

chez tes p'tits frères

quand tu t'engages dans la police,

parachutiste.

Wednesday, November 19, 2008

Le Déserteur

A Antena 1 anda há um monte de tempo com um programa matinal, "as músicas da minha vida", em que uns cromos escolhidos debitam umas banalidades sobre os motivos que os levaram a eleger 4 ou 5 canções como as canções das suas vidas.

Volta não vira acontece o inesperado. Há pouco tempo entrou-me o desaparecido Brassens pelo carro adentro (num post mais abaixo); esta manhã (ontem, mais precisamente) deparei-me, assim de chapada, pela mão do Luis Filipe Costa, com "le déserteur" que já não ouvia há uma porrada de tempo. Em boa verdade já nem me lembrava que existia...

Aqui fica Le deserteur. Enjoy!

A versão não é a original, fanhosa e só com viola, mas é o mesmo Boris Vian (pouco mais velho, morreu 5 anos depois de fazer a canção), com um arranjo musical mais elaborado, mas o poema, um tanto naïf, esse está aí todinho.

É preciso lembrar à malta mais nova (e à da minha idade, já esquecida) que nos anos 50 (a canção é de 1954) as duas guerras mundiais estavam ainda bem vivas (ainda havia velhos gaseados na Grande Guerra), principalmente na França e Alemanha que em 70 anos estiveram envolvidas em três guerras que marcaram a grande maioria das famílias de ambos os países a ferro, fogo e sangue.

Para quem nasceu ou vive a sua juventude na Comunidade Europeia custa imaginar que há pouco mais de meio século a civilizadíssima Europa era palco de guerras fraticidas, era pasto de ódios tão intensos quanto os que, ainda hoje, encontramos na antiga Jugoslávia, entre servios, croatas, bósnios, etc, e pensamos: que primitivos...

Sobre o Boris Vian veja mais.

Tuesday, November 18, 2008

FILOSOFIA COM DESIDÉRIO MURCHO

Como os meus leitorzinhos já não dispensam, aqui fica a coluna semanal do Filósofo Desidério Murcho, às terças feiras no Público.

Já sabe: clique para aumentar e ler;

retorne com <-

Monday, November 17, 2008

FRANÇOISE HARDY - "J'SUIS D'ACCORD"

A propósito dos porquês, veio o Antoine e a reboque do Antoine vieram os anos 60 e a Françoise Hardy. Enjoy! Ela diz que está de acordo...