Sunday, December 31, 2006

Ao cadafalso!!!!!

Se o ano de 2006 viu um arqui-criminoso morrer na cama, amparado no carinho da família e no apoio dos seus correligionários, pelo menos um outro morreu no cadafalso sob os impropérios dos adeptos de uma das suas vítimas: Saddam Hussein foi executado, não obstante os pedidos das Marias Madalenas deste mundo para que a sua miserável vida fosse poupada.

Não foi!

Monday, December 18, 2006

A Britney foi ao barbeiro?

Parece que nos ambientes kultíssimos, frequentados pela beautiful people de New York, se instalou uma discussão interessantíssima:

A Britney Spears foi ao barbeiro?

E uma outra: a motorista participou na operação?

... e com estas questões se ocupam as mentes brilhantes da cosmopolita cidade que não dorme, entre duas snifadelas de coca e duas bacoradas contra o horrendo Bush Filho.

Os papparazzi, pelo menos, parece que andam com a pontaria afinada...

(A recém nomeada e famigerada Alta Autoridade para o Combate ao Vício e Promoção da Virtude na Blogosfera não permitiu a exibição das duas fotos da Britney a entrar para o carro da Paris Hilton; o recurso aos tribunais está a ser ponderado)

Wednesday, December 13, 2006

Bando de SAFARDANAS!

Para comentário posterior (meu e de quem ler o post) aqui fica a notícia do Público sobre a malta que quer que o vale do Sabor contiue "o último rio selvagem da Europa".

Bando de malandros. Arranjaram umas merdosas 350 assinaturas, mas (mesmo tão poucas) era bom saber quantas pessoas da região conseguiram "levar"...

Veja mais do que esta malta pretende no site (cujo link encontra mais abaixo) cheio de fotografias de tartarugas, de pedrinhas e calhaus, de margens sem marca humana. No fundo, estes bandalhos acham que temos tanto território que podemos bem reservar umas coutadas para eles e os seus bem comportados meninos irem ao fim de semana ver a natureza em estado selvagem.

E ainda têm a cara de pau para sugerir outras localizaões para a barragem. Como em Foz Côa, as alternativas então indicadas foram atacadas por esta corja, assim que ganharam a guerra de Foz Côa.

E (claro!) a população da região que se lixe, como se lixaram os de Foz Côa.

Bandalhos!!!

http://www.saborlivre.org/

"A Plataforma Sabor Livre (PSL) entregou na Comissão de Ambiente da União Europeia um manifesto com 350 assinaturas contra a construção da barragem do Baixo Sabor, no sul do distrito de Bragança.

De acordo com a PSL, estrutura constituída por várias associações ambientalistas, o manifesto público assinado por cerca de 350 investigadores ligados à área do ambiente, foi entregue numa reunião em Bruxelas. Nele, reafirma-se "categoricamente a importância de manter o rio Sabor isento de barragens".

Os ambientalistas alegam que o rio "é o último selvagem da Europa", apesar de ter sido construída no seu leito a barragem da Serra Serrada, que abastece a cidade e parte do concelho de Bragança de água, e da existência de várias pontes ao longo do curso, com cerca de 100 quilómetros.A iniciativa da PSL acontece quando a Comissão Europeia está a analisar uma queixa da plataforma ambientalista contra a construção da barragem, por alegados danos nos valores ambientais existentes naquela zona do rio Sabor.

Em comunicado, a PLS refere ter manifestado na reunião em Bruxelas a sua "preocupação" com a alegada "pressão política que tem sido feita junta da Comissão Europeia no sentido de arquivar a queixa contra a construção da barragem".Nos últimos meses, deputados portugueses no Parlamento Europeu, a Associação de Municípios do Baixo Sabor e outros representantes políticos têm feito chegar a Bruxelas posições em defesa da construção do empreendimento."Impactos gravosos sobre os valores ambientais"A Plataforma Sabor Livre, acompanhada de uma alta representante da organização mundial BirdLife International, entregou à Comissão do Ambiente da União Europeia um conjunto de documentos técnicos relativos ao processo, que alega demonstrarem "inequivocamente os impactos gravosos sobre os valores ambientais" que a construção da barragem provoca.

Os ambientalistas consideram a barragem do Sabor "uma solução ilegal" por entenderem que existem "alternativas menos gravosas para o ambiente", nomeadamente no rio Côa, bem como uma outra barragem projectada para a região, na foz do rio Tua."Se a construção de uma destas barragens teria efeitos desastrosos para o ambiente, a construção das duas constituiria o fim dos rios termo-mediterrânicos de Trás-os-Montes e das comunidades de plantas destes vales, relíquias que já desapareceram de toda a bacia do Douro devido à construção do sistema de barragens", referem.

A Plataforma Sabor Livre reitera como "inadmissível que o Governo português teime em avançar com o projecto, apesar da reprovação do Instituto de Conservação da Natureza".A organização ambientalista lembra ainda uma segunda queixa que apresentou à Comissão Europeia contra o Estado português, por eventual violação das regras da concorrência, caso decida financiar a construção do empreendimento."

Monday, December 11, 2006

MORREU O CARNICEIRO DE SANTIAGO

Morreu Pinochet, um dos maiores filhos de puta do século XX.

  • Livrou o Chile da bandalheira que os comunas e associados estavam a criar, sem uma base eleitoral sólida, muito ao estilo da república espanhola de triste memória.
  • Permitiu que a economia se desenvolvesse de forma sustentada (ainda não se falava disso naquela altura) em claro contraste com as repúblidas das bananas vizinhas.
  • Não permitiu grandes roubalheiras, pelo menos das que levaram nas repúblicas das bananas vizinhas a dívida externa a níveis astronómicos.
  • Mas...

No mas é que está a porra! É que o sacana pensava mesmo que os militares eram a nata da nata da nata, que os que pensavam pela sua cabeça, mesmo que só um niquinho à esquerda eram uma ameaça para a Pátria (e para o domínio da nata sobre a ralé), de modo que instituíu um regime de terror, de arbitrariedade total em que nada nem ninguém controla as sacrossantas Forças Armadas. Só mesmo Sua Excelência...

Foi o que se viu. Nem no Brasil, nem na Argentina nem nas demais repúblicas das bananas se conseguiu ultrapassar a brutalidade e arbítrio de Pinochet, e nem se pode dizer que não o tenham tentado...

E este grandecíssimo cabrão morreu na cama, como uma pessoa normal sem ter tido mais que uns incómodos ligeiros. Valeu-nos o juíz Garçon que o fez passar pela vergonha (incómodo, nem tanto) de ter ficado retido em Inglaterra uns largos meses.

Se existe alguma coisa depois da morte, que as almas dos que chacinou não lhe dêem a paz que não merece!

Sal sem sol ... que se lixe!!!!

(Actualizado em 15 DEZ 2006)

A foto acima, foi tirada no primeiro dia, ainda havia algum sol e pouco vento. Depois (pelo menos no dia seguinte, hoje melhorou...) o vento engrossou e o sol foi-se.

Mas ao menos estamos de férias.

Afinal, a coisa lá foi melhorando e ainda tivémos 3 dias de sol e quase sem vento.

Fizémos uma volta à ilha e, para nosso espanto, parece que as vacas comem pedras (ou, pelo menos, alguma coisa quase invisível que encontra por entre elas).

Hoje, a escassas horas de regrassar à Portuga, a máquina fotográfica evaporou-se - com um bué de fotografias porreiras tiradas esta manhã, aproveitando o sol e a ida a Santa Maria levantar cacau (vai, barão!!!!!).

Friday, December 08, 2006

A frase mais burra da semana

Candidata à frase mais burra do ano é, sem dúvida (para mim, pelo menos), a frase de um médico (tinha que ser, não?!), o sr dr investigador António Coutinho (quem?! Coutinho quê?! Quem conhece o gajo?!).

Logo apoiado pelos seus pares, com destaque para o bastonário da Ordem dos Médicos, o pateta terá dito qualquer coisa como:

- É preciso garantir que para médico não vão os aldrabões (*), nem os snobes nem os burros.

E continuou a perorar sobre o facto de "agora" o factor de selecção ser só a nota do secundário (**), não explicando como é que pretende garantir que só os tipos com espírito de missão e o "chamamento" acedam a tão especial profissão. Isso, e como vai barrar o acesso aos aldrabões (*), aos snobs (why, man?!) e ... aos burros. A estes últimos seria muito complicado e a distinta profissão arriscava-se a ver o seu campo de recrutamento muito limitado...

Bem, o que me parece de uma arrogância a toda a prova é este bando de totós pensarem (será que pensam mesmo?) que só na sua douta profissão seria interessante evitar a existência de aldrabões, burros e snobes. Então nas outras não há problema em serem exercidas por aldrabões e por burros?! Por snobes, não vejo, francamente, qual é o problema...

Oh sr doutor, enxergue-se, homem!

Maldosamente (?!), pareceu-me descortinar no "pensamento" do "investigador" Coutinho uma certa saudade pelos bons tempos em que havia respeito, havia "educação" e em que, para além das boas notas, era preciso também ser de boas famílias, já que a Universidade não era para qualquer um...

(*) creio que ele não disse aldrabões, mas não me lembro ao certo que outros figurões deveriam ter o caminho barrado ao exercício da medicina, segundo o senhor doutor...

(**) o inteligentíssimo Bastonário terá alvitrado a realização de um exame de admissão, pelo menos a algumas cadeiras, que seria um método mais correcto do que a nota do secundário (entenda-se, a do 12º ano). As entrevistas não são um método a considerar por causa das cunhas a que os senhores doutores seriam vulneráveis (pelos vistos, não é só às prendinhas dos promotores de vendas das farmaceuticas que eles são vulneráveis)

Tuesday, December 05, 2006

Pensamento do dia

Na gravura seguinte, Vilhena faz-nos meditar sobre um mistério em que, provavelmente nunca tinhamos pensado, mas que faz todo o sentido.

Como é que não se extingue e, pelo contrário, se multiplica, uma espécie que renunciou ao processo reprodutivo?

Sunday, December 03, 2006

Homenagem a Vilhena - Pensamento do dia

O assassinato de Sá Carneiro

(Modificado em 31 DEZ 2006)

Parece que as dúvidas, se as havia, estão em vias de serem dissipadas.

O Sô Zé, bafiento bombista e pseudo ocultista (lembram-se do programa o Jantar dos Bruxos?) veio agora dizer às claras o que andava a dizer off the record há muito: que houve mesmo uma bomba, feita pelo Sô Zé, ainda como José Esteves, posta no avião e que explodiu pouco depois da descolagem (ao subir o trem?) provocando o rasto de destroços, os estilhaços no calcanhar do piloto, a morte dos tripulantes e passageiros antes de o avião se despenhar.

Aqui deixo um retrato do estadista, visto pelo mestre, em meados dos anos 90, muito depois do assassinato de Sá Carneiro.

HOMENAGEM A JOSÉ VILHENA

Uma ida rápida a Lagos proporcionou-me uma espécie de revisão da matéria dada, ao rever/ler uma colecção de Cavacos, Fala Baratos, Gaiolas Abertas e revistas subsequentes daquele humorista meio maldito.

De facto, só a tese de mestrado do Rui Zink, publicada em livro, a exposição no Palácio das Galveias e uma antologia de desenhos do mestre, da responsabilidade de Rui Zink, permitiram que as novas gerações o conhecessem e as mais antigas o vissem e dele falassem sem o pudor pateta que muitas vezes acompanhava as alusões à sua obra.

Como assinante das suas revistas durante muitos anos, comprador dos seus livros, em particular os do tempo da outra senhora, e admirador confesso do mestre, cumpre-me homenageá-lo publicando aqui alguns dos desenhos de sátira mordaz e certeira, tanto do meu agrado. Começo por uma constatação histórica, corolário de investigação aturada levada a cabo com a colaboração da prestimosa Dorita, funcionária para todo o serviço:

O desenho que se segue era (salvo erro) do livro O Elogio da Nobreza, publicado antes do 25 de Abril, que tive, emprestei e não consegui recuperar, muito menos o encontrei à venda...

A seguir, uma piada que faz lembar o Cesarini no poema em que refere qualquer coisa como para quê falarmos tanto da fome, quando há tanta gente que come...

... e para terminar, por hoje, aqui vai a famosíssima Parábola dos camaleões:

Tuesday, November 28, 2006

Little brother is watching you...

Um dos dramas da nossa sociedade é o medo da transparência mascarado, mais que muitas vezes, com uma intransigente defesa do "privado".

Sem perder muito tempo com ruim defunto, lembro a sanha do dr Soares em impedir que os computadores falassem uns com os outros, que impediu o cruzamento de dados que permite agilizar investigações, caçar (caçar, claro!) fujões ao fisco e outros delinquentes.

Uma das últimas relíquias dessa atitude anacrónica é o sigilo bancário: eu posso receber o pagamento por serviços prestados em cheque, sem passar recibo, depositar o cheque na minha conta e ... não declarar o ganho em sede de IRS. Ninguém me vai à mão, a menos que o sigilo bancário seja levantado por eu ter sido apanhado noutra esquina qualquer.

Indo directo ao objecto deste post. Por muito que as câmaras de video na via pública tenham milhentas limitações para proteger o cidadão em público de ser gravado a fazer coisas públicas, alegadamente por se tratar de entrar na esfera privada do cidadão (na rua?!), os telemóveis fazem by pass a essa dificuldade na maior das calmas.

Nos últimos dias os jornais noticiaram dois casos paradigmáticos:

  • Numa biblioteca da UCLA, nos States, um polícia investiu contra um estudante iraniano sem identificação, derrubou-o com a pistola de dardos e descarga eléctrica, algemou-o e continuou a dardejá-lo, ante os protestos dos outros estudantes, que assistiam siderados. Siderados, mas não passivos. Em menos de um fósforo, os note books recebiam os filmes captados pelos telemóveis e colocavam-nos na net, mostrando o agressor de todos os ângulos possíveis e imaginários, em cada momento da agressão, com som, em directo e ao vivo...
  • O rapaz alto e desengonçado da série Seinfeld, o Kramer, num espectáculo em que actuava, chateou-se com uns tipos que não lhe achavam piada, chamou-lhes pretos e destilou mais umas quantas tiradas de cariz racista. O patrão sacou-o do palco na hora. No dia seguinte o artista apressou-se a pedir desculpas quando a cena apareceu na net, sem margem para dúvidas nem para qualquer plausible denial.

Como eu ando a dizer já há uns anos, as três melhores invenções das últimas décadas foram, por ordem de importância:

  • 1. o telemóvel;
  • 2. a internet
  • 3. e (claro!) o chocolate líquido (iaaaammmmm)

Saturday, November 25, 2006

Requiem (?) para um revolucionário sui generis

Só mesmo uma cabecinha tonta como a do Otelo para se imaginar a resgatar a Pátria das mãos da burguesia ... à bomba!

Só mesmo uma república das bananas como é o nosso jardim à beira mar plantado para deixar sem castigo os responsáveis (directos e indirectos) por crimes de sangue, assaltos a bancos, incitação à violência e outras tropelias perpetradas por um grupo de sevandijas que se auto rotulavam FP 25, alusão ao 25 de Abril.

Aqui vos deixo um painel "artístico" (telefonei à malta do "Trop d'Artistes" para obter a devida autorização, mas estavam em greve, como sempre...) alusivo ao sevandija mór, a quem o Glorioso dedicava, in illo tempore, o delicioso slogan que reproduzo:

A FOICE E O MARTELO NA CABEÇA DO OTELO!

Desgraçadamente, nem foice, nem martelo, nem grades, nada! Anda livre como um passarinho e ainda temos que lhe aturar os arrotos a posta de pescada.

Puta de vida!

25 de Novembro de 1975 - o verdadeiro 25 de Abril...

Passam hoje 31 anos sobre o golpe (contra golpe ou whatever) que, de uma vez por todas, cortou rentes as aspirações do PCP em implantar cá na Portuga um regime semelhante ao que o Breznev, meio intoxicado em comprimidos, conduzia lá na Sóvia.

Tendo o 25 de Abril sido um golpe pouco mais que corporativo (dispenso-me de contar a história...) o PCP, único partido com organização e implantação antiga, profunda e a sério, rapidamente tratou de o transformar, de movimento sem norte nem suporte político, numa bengala para atingir os objectivos que o kamarada Cunhal traçara umas boas décadas atrás.

As eleições para a Constituinte foram um rude golpe para os sociais fascistas (eheheheheh!) tendo ficado evidente que a grande maioria dos eleitores não queria o PCP nem pintado de azul (o que só viria a suceder anos mais tarde - I mean, o pintado de azul...).

Claro que a rapaziada vermelhusca não se ficou, até porque tinha muito apoio dentro dos quartéis e nos sindicatos, e foi tentando minar as instituições do Estado, de modo a, quando menos o maralhal esperasse, estaríamos todos a toque de caixa com o kamarada Cunhal ao leme da barca e o rádio a passar intermináveis barqueiros do Volga e coiros do exército vermelho para gáudio dos famélicos da terra e das vítimas da fome.

Felizmente, em 25 de Novembro, de uma série de movimentações que iam dando em guerra civil (enfim, à nossa escala pequenina...) resultou o aparelho do Estado sofrer uma verdadeira desinfestação da praga vermelha que o minava e o papel do PCP foi, final e duradouramente, reduzido à dimensão do seu apoio nas eleições.

Ou seja, o manancial de liberdades, de perspectivas risonhas e de amanhãs radiosos proveio do 25 de Novembro de 1975 e não do 25 de Abril de 1974.

QED (pelo menos, para já, não tenho pachorra para mais...)

Tuesday, November 21, 2006

Só mesmo de designer...

Algures no Tagus Park, fui dar com uma sala de espera mobilada com vários exemplares do mamarracho mostrado na foto.

No início, pensei que tinham sido mal fabricados e tinham abatido ao centro, com o peso da malta. Mas não: o designer que concebeu o mamarracho, fê-lo mesmo assim.

Escuso de dizer que, para uma só pessoa, até é cómodo. Mas se duas pessoas tentam poisar sem terem nenhum laço especial, arriscam-se a vir a tê-lo.

Alguém sabe quem foi o palerma que concebeu esta peça de mobiliário?

Friday, November 17, 2006

A malta da teoria da conspiração II

A malta da teoria da conspiração tem uma quantidade considerável de documentos em que se apoia, um dos quais é a foto acima - ampliação do 1º (ou 2º...) avião que atingiu o WTC, visto por baixo, com um terceiro reactor, ou uma bomba, ou o que quer que seja, mostrando que não era um avião cometrcial.

Do restante material, o que tive a pachorra de ver é um conjunto de imagens (quase sempre com a qualidade da 1ª e 3ª que aqui vos deixo; a do pentágono é, neste universo, do melhor que se arranja - e, para mim, a mais "perturbadora"), argumentos, afirmações, suposições a que terão acesso pelos links que aqui vos deixo, por amabilidade do Rouxinol.

Sem mais, vejam, oiçam e digam-nos de vossa justiça.

">

http://www.youtube.com/watch?v=Zsn4JA450iA

http://www.amics21.com/911/imgs/underside.jpg

http://physics911.net/

http://video.google.com/videoplay?docid=-6708190071483512003

Aqui abaixo vai o que foi o pano de fundo de toda esta discussão.

What else?...

Sunday, November 12, 2006

A malta da teoria da conspiração - haja pachorra

Espreitem a evolução (um tanto inesperada ...) dos comentários ao post sobre "A quinta coluna, etc".

Isto há malta para tudo...

http://pensarnaodoiaiai.blogspot.com/2006/09/11-de-setembro-quinta-coluna.html

Tuesday, November 07, 2006

Uma para desenjoar..

Durante a 2ª grande guerra, um soldado alemão está prestes a matar um soldado polaco.

De repente, o céu abre-se num clarão e uma voz troveja:

- Não mates esse homem!

- Por que não? pergunta o alemão.

- Porque ele, um dia, será Papa!

O polaco rejubila e o alemão, meio atarantado, pergunta:

- Então e eu?

- Tu serás o Papa a seguir a ele.

Pano rapidíssimo!

E Bibó Rui Rio, Carago!!!

Desgraçadamente, não parece ser possível falar das atitudes do Presidente da Câmara do Porto sem nos colocarmos (ou sermos colocados pelos nossos interlocutores) numa de duas posições extremas, duas verdadeiras classes socioculturais:
  • ou somos uns grunhos, sem cultura e ressabiados com os intelectuais de esquerda (há outros?!), incapazes de olharmos um objecto sem questionarmos a sua utilidade (e o preço); somos classificados Classe B (ou C, ou mesmo D);
  • ou somos amantes das artes e da cultura e só queremos que os artistas tenham liberdade (e meios) para produzirem a sua arte para nosso prazer e proveito espiritual, e estaremos na Classe A (a boa!);

Assim, no Porto, a rapaziada amante da arte (e, alguns, amantes dos próprios artistas...) e que a si próprios se vêem como tal, vituperam o Rui Rio como o último dos grunhos que recusa ao povão a maravilha que é a arte produzida a expensas dos dinheiros públicos, sem controlo do que produz quem produz, e mantendo o direito de morder a mão que lhes dá o pão (ou cuspir no prato em que lhes é servida a sopa dos pobres).

Tal como na Educação (isso seria outra estória...), na Kultura (e aqui entra o K...) não se olha a despesas e, quem olhar, não estará a zelar pelo dinheiro que, além de público, é escasso, mas apenas a mostrar que despreza a arte e a Kultura. E, portanto, despreza o povão a quem a kultura é servida, com parcimónia, em teatros também públicos, postos à disposição das kultas companhias, à borliú, para gáudio e proveito. Dado e arregaçado!

Parece-me razoável (pelo menos quando a massa não abunda) que a autarquia pague os serviços de companhais de teatro (é quase só esta arte que está em causa), em função da qualidade das peças que tenham preparado e encenado e após selecção dos vários concorrentes, para elas actuarem em teatros municipais. As receitas seriam, claro, para a autarquia. Em alternativa, que concessione parte das salas a quem tiver peito para as explorar.

Não me parece razoável que a autarquia aloje à borla (ou com rendas mensais de 15 contos!) uma ou várias companhias e lhes custeie a existência e actividade, sem lhes impor nada em troca - ou seja, com o subsídio a companhia faz o que quiser (pode até encenar pela n ésima vez a tão batida peça "À espera de Godot" - é verdade, está outra vez em cena...) e no ano seguinte lá está de mão estendida ... e língua afiada.

Como dizia o careca: só em Portugal!

Porra de gente!

Sunday, November 05, 2006

QUE LA BÊTE MEURE!!!

Terminou, finalmente, o julgamento (possível) do carniceiro de Bagdad, com a mais que desejável (e, se calhar, previsível) pena de morte. Por enforcamento.

Parece que o senhor prefere(ia) ser fusilado... enfim, não se pode ter tudo.

Espero bem que seja efectivamente executado um figurão que durante décadas tratou o Iraque como um feudo pessoal, não hesitando em chacinar, incluisive com armas químicas (as tais que nunca foram encontradas, mas que mataram, salvo erro, uns 6.000 curdos), quem se lhe opôs ou disso se viu acusado.

Em antecipação, até me parece que já estou a ouvir os lamentos dos bonzinhos e os comentários da rapaziada anti States (perdão, anti-este-Bush), arredondando imenso os olhinhos bondodos e rosnando impropérios contra o Império:

"se executam o Saddam, porque é não julgam o Bush que é, pelo menos!, tão criminoso como ele?! Porquê?!!!!"

Vejam mais no Público de hoje:

http://www.rdp.pt/index.php?article=259029&visual=16

Saturday, November 04, 2006

A Mafia e a GNR

O festival de escandaleiras na GNR continua...

O chefão máximo, general Mourato Nunes, que continua inexplicavelmente a flutuar naquele mar de corrupção, declara nas calmas que não há nada provado contra a malta que fazia pela vida na Escola Prática da Guarda, não obstante os processos em curso, os dois oficiais superiores suspensos, etc, etc.

Agora chega a notícia do processo de averiguações instaurado ao tenente Rodrigues Coelho que, como chefe da contabilidade daquela escola, denunciou as irregularidades. Suspenderam-lhe a promoção e estão a fazer-lhe a cama sob a suspeita (oh, crime de lesa Mafia) de ter falado "cá para fora", para o Expresso.

Afinal, a Omerta mafiosa também funciona na GNR, como era de esperar, digo eu...