Sunday, December 03, 2006

HOMENAGEM A JOSÉ VILHENA

Uma ida rápida a Lagos proporcionou-me uma espécie de revisão da matéria dada, ao rever/ler uma colecção de Cavacos, Fala Baratos, Gaiolas Abertas e revistas subsequentes daquele humorista meio maldito.

De facto, só a tese de mestrado do Rui Zink, publicada em livro, a exposição no Palácio das Galveias e uma antologia de desenhos do mestre, da responsabilidade de Rui Zink, permitiram que as novas gerações o conhecessem e as mais antigas o vissem e dele falassem sem o pudor pateta que muitas vezes acompanhava as alusões à sua obra.

Como assinante das suas revistas durante muitos anos, comprador dos seus livros, em particular os do tempo da outra senhora, e admirador confesso do mestre, cumpre-me homenageá-lo publicando aqui alguns dos desenhos de sátira mordaz e certeira, tanto do meu agrado. Começo por uma constatação histórica, corolário de investigação aturada levada a cabo com a colaboração da prestimosa Dorita, funcionária para todo o serviço:

O desenho que se segue era (salvo erro) do livro O Elogio da Nobreza, publicado antes do 25 de Abril, que tive, emprestei e não consegui recuperar, muito menos o encontrei à venda...

A seguir, uma piada que faz lembar o Cesarini no poema em que refere qualquer coisa como para quê falarmos tanto da fome, quando há tanta gente que come...

... e para terminar, por hoje, aqui vai a famosíssima Parábola dos camaleões:

Tuesday, November 28, 2006

Little brother is watching you...

Um dos dramas da nossa sociedade é o medo da transparência mascarado, mais que muitas vezes, com uma intransigente defesa do "privado".

Sem perder muito tempo com ruim defunto, lembro a sanha do dr Soares em impedir que os computadores falassem uns com os outros, que impediu o cruzamento de dados que permite agilizar investigações, caçar (caçar, claro!) fujões ao fisco e outros delinquentes.

Uma das últimas relíquias dessa atitude anacrónica é o sigilo bancário: eu posso receber o pagamento por serviços prestados em cheque, sem passar recibo, depositar o cheque na minha conta e ... não declarar o ganho em sede de IRS. Ninguém me vai à mão, a menos que o sigilo bancário seja levantado por eu ter sido apanhado noutra esquina qualquer.

Indo directo ao objecto deste post. Por muito que as câmaras de video na via pública tenham milhentas limitações para proteger o cidadão em público de ser gravado a fazer coisas públicas, alegadamente por se tratar de entrar na esfera privada do cidadão (na rua?!), os telemóveis fazem by pass a essa dificuldade na maior das calmas.

Nos últimos dias os jornais noticiaram dois casos paradigmáticos:

  • Numa biblioteca da UCLA, nos States, um polícia investiu contra um estudante iraniano sem identificação, derrubou-o com a pistola de dardos e descarga eléctrica, algemou-o e continuou a dardejá-lo, ante os protestos dos outros estudantes, que assistiam siderados. Siderados, mas não passivos. Em menos de um fósforo, os note books recebiam os filmes captados pelos telemóveis e colocavam-nos na net, mostrando o agressor de todos os ângulos possíveis e imaginários, em cada momento da agressão, com som, em directo e ao vivo...
  • O rapaz alto e desengonçado da série Seinfeld, o Kramer, num espectáculo em que actuava, chateou-se com uns tipos que não lhe achavam piada, chamou-lhes pretos e destilou mais umas quantas tiradas de cariz racista. O patrão sacou-o do palco na hora. No dia seguinte o artista apressou-se a pedir desculpas quando a cena apareceu na net, sem margem para dúvidas nem para qualquer plausible denial.

Como eu ando a dizer já há uns anos, as três melhores invenções das últimas décadas foram, por ordem de importância:

  • 1. o telemóvel;
  • 2. a internet
  • 3. e (claro!) o chocolate líquido (iaaaammmmm)

Saturday, November 25, 2006

Requiem (?) para um revolucionário sui generis

Só mesmo uma cabecinha tonta como a do Otelo para se imaginar a resgatar a Pátria das mãos da burguesia ... à bomba!

Só mesmo uma república das bananas como é o nosso jardim à beira mar plantado para deixar sem castigo os responsáveis (directos e indirectos) por crimes de sangue, assaltos a bancos, incitação à violência e outras tropelias perpetradas por um grupo de sevandijas que se auto rotulavam FP 25, alusão ao 25 de Abril.

Aqui vos deixo um painel "artístico" (telefonei à malta do "Trop d'Artistes" para obter a devida autorização, mas estavam em greve, como sempre...) alusivo ao sevandija mór, a quem o Glorioso dedicava, in illo tempore, o delicioso slogan que reproduzo:

A FOICE E O MARTELO NA CABEÇA DO OTELO!

Desgraçadamente, nem foice, nem martelo, nem grades, nada! Anda livre como um passarinho e ainda temos que lhe aturar os arrotos a posta de pescada.

Puta de vida!

25 de Novembro de 1975 - o verdadeiro 25 de Abril...

Passam hoje 31 anos sobre o golpe (contra golpe ou whatever) que, de uma vez por todas, cortou rentes as aspirações do PCP em implantar cá na Portuga um regime semelhante ao que o Breznev, meio intoxicado em comprimidos, conduzia lá na Sóvia.

Tendo o 25 de Abril sido um golpe pouco mais que corporativo (dispenso-me de contar a história...) o PCP, único partido com organização e implantação antiga, profunda e a sério, rapidamente tratou de o transformar, de movimento sem norte nem suporte político, numa bengala para atingir os objectivos que o kamarada Cunhal traçara umas boas décadas atrás.

As eleições para a Constituinte foram um rude golpe para os sociais fascistas (eheheheheh!) tendo ficado evidente que a grande maioria dos eleitores não queria o PCP nem pintado de azul (o que só viria a suceder anos mais tarde - I mean, o pintado de azul...).

Claro que a rapaziada vermelhusca não se ficou, até porque tinha muito apoio dentro dos quartéis e nos sindicatos, e foi tentando minar as instituições do Estado, de modo a, quando menos o maralhal esperasse, estaríamos todos a toque de caixa com o kamarada Cunhal ao leme da barca e o rádio a passar intermináveis barqueiros do Volga e coiros do exército vermelho para gáudio dos famélicos da terra e das vítimas da fome.

Felizmente, em 25 de Novembro, de uma série de movimentações que iam dando em guerra civil (enfim, à nossa escala pequenina...) resultou o aparelho do Estado sofrer uma verdadeira desinfestação da praga vermelha que o minava e o papel do PCP foi, final e duradouramente, reduzido à dimensão do seu apoio nas eleições.

Ou seja, o manancial de liberdades, de perspectivas risonhas e de amanhãs radiosos proveio do 25 de Novembro de 1975 e não do 25 de Abril de 1974.

QED (pelo menos, para já, não tenho pachorra para mais...)

Tuesday, November 21, 2006

Só mesmo de designer...

Algures no Tagus Park, fui dar com uma sala de espera mobilada com vários exemplares do mamarracho mostrado na foto.

No início, pensei que tinham sido mal fabricados e tinham abatido ao centro, com o peso da malta. Mas não: o designer que concebeu o mamarracho, fê-lo mesmo assim.

Escuso de dizer que, para uma só pessoa, até é cómodo. Mas se duas pessoas tentam poisar sem terem nenhum laço especial, arriscam-se a vir a tê-lo.

Alguém sabe quem foi o palerma que concebeu esta peça de mobiliário?

Friday, November 17, 2006

A malta da teoria da conspiração II

A malta da teoria da conspiração tem uma quantidade considerável de documentos em que se apoia, um dos quais é a foto acima - ampliação do 1º (ou 2º...) avião que atingiu o WTC, visto por baixo, com um terceiro reactor, ou uma bomba, ou o que quer que seja, mostrando que não era um avião cometrcial.

Do restante material, o que tive a pachorra de ver é um conjunto de imagens (quase sempre com a qualidade da 1ª e 3ª que aqui vos deixo; a do pentágono é, neste universo, do melhor que se arranja - e, para mim, a mais "perturbadora"), argumentos, afirmações, suposições a que terão acesso pelos links que aqui vos deixo, por amabilidade do Rouxinol.

Sem mais, vejam, oiçam e digam-nos de vossa justiça.

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http://www.youtube.com/watch?v=Zsn4JA450iA

http://www.amics21.com/911/imgs/underside.jpg

http://physics911.net/

http://video.google.com/videoplay?docid=-6708190071483512003

Aqui abaixo vai o que foi o pano de fundo de toda esta discussão.

What else?...

Sunday, November 12, 2006

A malta da teoria da conspiração - haja pachorra

Espreitem a evolução (um tanto inesperada ...) dos comentários ao post sobre "A quinta coluna, etc".

Isto há malta para tudo...

http://pensarnaodoiaiai.blogspot.com/2006/09/11-de-setembro-quinta-coluna.html

Tuesday, November 07, 2006

Uma para desenjoar..

Durante a 2ª grande guerra, um soldado alemão está prestes a matar um soldado polaco.

De repente, o céu abre-se num clarão e uma voz troveja:

- Não mates esse homem!

- Por que não? pergunta o alemão.

- Porque ele, um dia, será Papa!

O polaco rejubila e o alemão, meio atarantado, pergunta:

- Então e eu?

- Tu serás o Papa a seguir a ele.

Pano rapidíssimo!

E Bibó Rui Rio, Carago!!!

Desgraçadamente, não parece ser possível falar das atitudes do Presidente da Câmara do Porto sem nos colocarmos (ou sermos colocados pelos nossos interlocutores) numa de duas posições extremas, duas verdadeiras classes socioculturais:
  • ou somos uns grunhos, sem cultura e ressabiados com os intelectuais de esquerda (há outros?!), incapazes de olharmos um objecto sem questionarmos a sua utilidade (e o preço); somos classificados Classe B (ou C, ou mesmo D);
  • ou somos amantes das artes e da cultura e só queremos que os artistas tenham liberdade (e meios) para produzirem a sua arte para nosso prazer e proveito espiritual, e estaremos na Classe A (a boa!);

Assim, no Porto, a rapaziada amante da arte (e, alguns, amantes dos próprios artistas...) e que a si próprios se vêem como tal, vituperam o Rui Rio como o último dos grunhos que recusa ao povão a maravilha que é a arte produzida a expensas dos dinheiros públicos, sem controlo do que produz quem produz, e mantendo o direito de morder a mão que lhes dá o pão (ou cuspir no prato em que lhes é servida a sopa dos pobres).

Tal como na Educação (isso seria outra estória...), na Kultura (e aqui entra o K...) não se olha a despesas e, quem olhar, não estará a zelar pelo dinheiro que, além de público, é escasso, mas apenas a mostrar que despreza a arte e a Kultura. E, portanto, despreza o povão a quem a kultura é servida, com parcimónia, em teatros também públicos, postos à disposição das kultas companhias, à borliú, para gáudio e proveito. Dado e arregaçado!

Parece-me razoável (pelo menos quando a massa não abunda) que a autarquia pague os serviços de companhais de teatro (é quase só esta arte que está em causa), em função da qualidade das peças que tenham preparado e encenado e após selecção dos vários concorrentes, para elas actuarem em teatros municipais. As receitas seriam, claro, para a autarquia. Em alternativa, que concessione parte das salas a quem tiver peito para as explorar.

Não me parece razoável que a autarquia aloje à borla (ou com rendas mensais de 15 contos!) uma ou várias companhias e lhes custeie a existência e actividade, sem lhes impor nada em troca - ou seja, com o subsídio a companhia faz o que quiser (pode até encenar pela n ésima vez a tão batida peça "À espera de Godot" - é verdade, está outra vez em cena...) e no ano seguinte lá está de mão estendida ... e língua afiada.

Como dizia o careca: só em Portugal!

Porra de gente!

Sunday, November 05, 2006

QUE LA BÊTE MEURE!!!

Terminou, finalmente, o julgamento (possível) do carniceiro de Bagdad, com a mais que desejável (e, se calhar, previsível) pena de morte. Por enforcamento.

Parece que o senhor prefere(ia) ser fusilado... enfim, não se pode ter tudo.

Espero bem que seja efectivamente executado um figurão que durante décadas tratou o Iraque como um feudo pessoal, não hesitando em chacinar, incluisive com armas químicas (as tais que nunca foram encontradas, mas que mataram, salvo erro, uns 6.000 curdos), quem se lhe opôs ou disso se viu acusado.

Em antecipação, até me parece que já estou a ouvir os lamentos dos bonzinhos e os comentários da rapaziada anti States (perdão, anti-este-Bush), arredondando imenso os olhinhos bondodos e rosnando impropérios contra o Império:

"se executam o Saddam, porque é não julgam o Bush que é, pelo menos!, tão criminoso como ele?! Porquê?!!!!"

Vejam mais no Público de hoje:

http://www.rdp.pt/index.php?article=259029&visual=16

Saturday, November 04, 2006

A Mafia e a GNR

O festival de escandaleiras na GNR continua...

O chefão máximo, general Mourato Nunes, que continua inexplicavelmente a flutuar naquele mar de corrupção, declara nas calmas que não há nada provado contra a malta que fazia pela vida na Escola Prática da Guarda, não obstante os processos em curso, os dois oficiais superiores suspensos, etc, etc.

Agora chega a notícia do processo de averiguações instaurado ao tenente Rodrigues Coelho que, como chefe da contabilidade daquela escola, denunciou as irregularidades. Suspenderam-lhe a promoção e estão a fazer-lhe a cama sob a suspeita (oh, crime de lesa Mafia) de ter falado "cá para fora", para o Expresso.

Afinal, a Omerta mafiosa também funciona na GNR, como era de esperar, digo eu...

Friday, October 27, 2006

Vejam só este curriculum!

Mão amiga fez-me chegar o curriculum da sra Secretária de Estado Adjunta e da Reabilitação. No mínimo, brilhante.

Gostei, em particular, da produção de formatos. Cool!!!

Idália Maria Marques Salvador Serrão de Menezes Moniz - 40 anos

  1. Frequência dos cursos de Educação Musical e Violino no Conservatório Musical e Fundação Musical dos Amigos das Crianças
  2. Frequência do Curso de Sociologia no ISCTE
  3. Integrou como músico profissional, agrupamentos Sinfónicos e de Câmara
  4. Integrou a equipa responsável pela programação infanto-juvenil no início das emissões do Canal 4-TVI. Desenvolveu a sua actividade como produtora de conteúdos televisivos nas áreas da gravação de programas ao vivo, da adaptação para a língua portuguesa e gravação de documentários, da dobragem de animação e ficção infantis, bem como da adaptação para a língua portuguesa e produção musical de bandas sonoras para séries e filmes de animação
  5. Efectuou trabalhos de produção musical discográfica
  6. Co-autora de formatos para rádio e televisão
  7. Presidente de Junta de Freguesia de Almoster, Concelho de Santarém, entre 1998 e 2002 Vereadora da Câmara Municipal Santarém, com competências delegadas nas áreas da Cultura, Acção Social, Património, Turismo, Saúde e Defesa do Consumidor, entre 2002 e 2005
  8. Presidente da Comissão Concelhia de Saúde de Santarém entre 2002 e 2005
  9. Presidente do Conselho Local de Acção Social entre 2002 e 2005
  10. Vice Presidente da Comissão de Protecção de Crianças e Jovens em Risco de Santarém entre 2002 e 2005
  11. Vice Presidente do Festival Nacional de Gastronomia entre 2002 e 2005
  12. Integrou o Grupo coordenador do Plano Municipal de Prevenção Primária das Toxicodependências de Santarém
  13. Implementou e coordenou o Gabinete Municipal de Apoio aos Imigrantes e Minorias Étnicas e o Gabinete de Psicologia para apoio a Crianças e Adolescentes do Concelho de Santarém
  14. Coordenou o Grupo de Trabalho para constituição da Rede de Teatros e Cine-Teatros de Lisboa e Vale do Tejo
  15. Candidata ao Parlamento Europeu nas eleições de 2004 Presidente do Departamento Federativo de Mulheres Socialistas de Santarém entre 2003 e 2004
  16. Membro do Secretariado Nacional do Partido Socialista e da Comissão Nacional do Partido Socialista.

Vejam mais em http://www.mtss.gov.pt/left.asp?01.01.04.02

Wednesday, October 25, 2006

Graças ao Simplex!

Graças à entrada da informática na vida dos nossos reformados, acabaram-se as bichas à porta das estações dos correios para receber a pensão.

Agora tudo está mais fácil.

Vejam só:

E viva o Kamarada Robert Mugabe!

Thursday, October 19, 2006

Terapia diária - qual aeróbica!

E vivam as mamas, carago!!!

Friday, October 06, 2006

ISTO NÃO É ESBANJAR?!!!

Descapotáveis para quê?!

Que merda é esta?!

  • Carros de alta cilindrada para perseguir criminosos (e, enfim, apanhar e autuar infractores), tudo bem.
  • Melhor armamento e melhor equipamento de protecção para as polícias - tudo bem.
  • Melhor protecção quando limpam o sebo a um potencial delinquente em fuga - por mim, tudo bem.

Mas descapotáveis, por que carga de água?! Pintados com as côres da GNR nem servem para apanhar infractores à surrelfa...

A GNR continua fértil em escandaleiras e não há quem vá à mão ao Czar que a governa flutuando acima do lixo que dia a dia vem à tona.

Que merda é esta?!

Tuesday, October 03, 2006

O Amor é...

O Júlio Machado Vaz e a Ana Mesquita são uns queridos, divertidos e com um programa, O Amor é, bem disposto e cheio de "mensagem"...

Fazem-me lembrar, por contraste, uma outra dupla que ataca ao fim da tarde, a tontinha da Isabel Still Well e o ... (?), num vendaval de patetice e politicamente correcto.

Hoje saíram-se com uma carta que lhes terão escrito (à equipa do "O Amor é..."), com uma estoriazinha que só visto. Era mais ou menos assim:

"Ontem houve um acidente lá em casa que nos ia matando: a botija de gás da cozinha explodiu e eu e o pai fomos atirados porta fora. Fiquei sentada no jardim, com os cabelos chamuscados, e dei comigo a pensar que há muito tempo que eu e o pai não saíamos juntos..."

O máximo!!!!

Sunday, October 01, 2006

... et vive la France!!!

Mão amiga fez-me chegar este pequeno, mas significativo, sketch de um daquele concursos com que as TV's nos bombardeiam.

Como muito boa gente diz que por eles se vê a ignorância do "nosso" povo, aqui vai o sketch de um concurso em França.

Clique e... chore!

http://www.youtube.com/watch?v=DQRVFILbEi4&eurl

... mas o que se segue, se calhar, ainda o deixará mais triste (este, só com som):

http://www.youtube.com/watch?v=h3x2W3afxgw&mode=related&search=

Tuesday, September 26, 2006

A melhor da semana (uma das últimas...)

.

O Conselho de Reitores não tem razão de ser.

Se os Reitores querem conversar uns com os outros, que formem um Clube.

(Eheheheheheheheheh!!!!)

Não ponho aspas porque estou a citar de memória a frase de Marçal Grilo que, mais coiso, menos coiso, foi como acima escrevi.

Monday, September 25, 2006

O Papa assumiu-se (pelo menos um bocadinho...)

O Papa depois da reacção da rapaziada do crescente declarou, com ar sombrio:

"Io sono molto amaricatto..."

Queria dizer, e assim foi traduzido, "fiquei muito magoado..." com a reacção selvagem dos islamitas. Contudo, talvez seja mais correcto dar à frase um sentido menos ortodoxo.

O Papa, num registo de modéstia e humildade, poderá ter simplesmente reconhecido o que já suspeitávamos, ao ouvi-lo falar com maneirismos e entoações algo insólitas:

"sou muito amaricado..."