Com a presença da provedora da Casa Pia, a esquisitíssima Catalina Pestana, que prefaciou o livro, e muitas pessoas ligadas ao processo, foi lançado a 4 deste mês na Bertrand o livro de Pedro Namora "A Dor das Crianças Não Mente".
Vou comprá-lo, lê-lo, e depois direi de minha justiça neste local.
Entretanto, sempre vou dizendo que não serei um leitor imparcial: tenho muita simpatia pelo papel que o Pedro Namora desempenha neste caso, dando a cara, com muita paixão, para que se faça justiça compensando, de algum modo, os lesados e castigando os abusadores. Castigando-os, por muito mediáticos, abonados e cheios de amigos que sejam, por muitas lágrimas que vertam para as câmaras, por muito simpáticas que sejam as esposas.
Estou à vontade para manifestar esta posição porque conheci o Pedro Namora quando fomos colegas na AIP, onde ele era a figura de proa da Comissão de Trabalhadores, conotado com o PCP, cursado na antiga União Soviética, e eu actuava em muitas assembleias como opositor acerrimo das posições dele. Não eramos amigos.
Mas em relação a abusos de crianças internadas numa instituição por adultos que deviam tomar conta delas e que, ainda por cima, os entregavam a terceiros para actividades afins, as minhas posições e as do Pedro Namora se não são coincidentes, não andarão longe.
Portanto, independentemente de questões de pormenor, daqui lhe envio um abraço e o meu apoio.
Criar chinchilas para abate é o mesmo que criar frangos em aviário, ou vacas em vacarias ou porcos em suiniculturas, ou peixes em tanques para (e só para) servir a espécie humana. Mas há uma única diferença que a Animal explora: as chinchilas são ratinhos grandes, tão lindos, com uma pele tão sedosa (pois...), com um arzinho tão meigo.... logo, a Fátima Lopes é uma anormal! Brilhante conclusão, não é?!

Este animal chama-se Tigra.
Mesmo tendo esta gente em muito baixa conta fiquei parvo com a reacção do grunho, para quem o episódio do Greenpeace é uma coisa em que nunca terá pensado (?!!!) e para a qual não tinha engatilhada, pelos vistos, uma atitude ponderada, que melhor servisse os interesses da empresa que lhe paga o cartão de crédito, o mercedes e o resto. Que grande animal!
